quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Barack Obama Presidente dos EUAs

Este blog parabeniza ao novo presidente eleito nos Estados Unidos da America, Barack Hussein Obama, por ter mostrado a sua filosofia de consistência, paciência, coragem, boa diplomacia e carisma.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Uma bispo moçambicana


Joaquina Ianala, um despertar da eclesiastia. Uma corroboração na luta para a consideração da mulher. Parabéns Ianala.

A Joaquina Ianala foi eleita no Zimbabwe como a bispo da Igreja Metodista Unida, a primeira mulher na liderança da igreja em Africa

A imagem extraida daqui

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Desenvolvimento = Politicos + Cientistas + Empresariado

A ciência não está por acaso, é a frase que soa nos peritos em ciências sociais, naturais e/ou “exactas” . Assim, a ciência incumbe-se na esfera da resolução dos problemas sociais e naturais no seu todo. O politico, versa-se pelo bem viver numa sociedade hierarquizada, controlada e jurisdicionada por normas. Ao empresariado, cabe a manipulação do sistema económico para dele ganhar dividendos através dos lucros criando desta maneira um sistema de controlo das oscilações económicas e a patronagem.

Discute-se em Moçambique a questão da construção de um triângulo onde Politicos, Cientistas e o Empresariado constituíriam uma parte do vértice. Mas, a necessidade de perceber o como fazer este triangulo é perplexa, daí que, num sistema ruidoso como o nosso, onde os académicos clamam pela qualidade de ensino para responder a necessidade do empresariado e resolver os problemas sociais não passa de um fiasco. É que na tomada de decisão sobre a problemática do desenvolvimento, verifica-se um distanciamento da triade.

As vezes, alguns cientistas e academias em vez de potenciar o estudante, preocupam-se em instigá-los a dissertarem sobre temáticas de desenvolvimento, notando-se, de certa maneira, um desastre científico, visto que, a preoucpação não chega a ser, de fazer ciência, mas sim, encomenda.

Porém, não há necessidade de encomenda porque todas ciências têm um benefício no desenvolvimento de qualquer sociedade. Ainda, aos cientistas cabe-lhes a tarefa de trazer a verdade e responder a anciedade da humanidade. Entre várias formas, o trazer a verdade passa necessariamente na apresentação de relatórios científicos coerentes, deste modo o cientísta poderá partilhar directa ou indirectamente com o politico e o empresariado sem especulações.

Devido a uma onda de reclamações sobre a eficiência das políticas de desenvolvimento emanadas pelo governo, questiono: qual é o papel reservado aos académicos? Ainda, nesta ordem de ideas, fala-se também da eficácia dos biocombustiveis e mais, sendo assim pergunto: onde é que estão os nossos cientístas naturais?

terça-feira, 8 de julho de 2008

A CIDADE QUE QUEREMOS TER DENTRO DE DEZ ANOS II

Não podemos continuar a pôr questões políticas acima de tudo, afinal onde é que está o amor à pátria ou aquilo que os outros simplesmente chamam por patriotismo, chega de trocar trabalho com votos, o município e o país são nossos e para cuidá-los ninguém virá de fora.

Precisa-se, por outro lado, de disciplinar o mau e indigno comportamento da nossa polícia camarária que olha em tudo como fonte de extorção para satisfazer os seus apetites estomacais e de vária ordem.

Eliminando essa atitude estará a contribuir para um convívio salutar entre os transportadores privados e os munícipes, visto que, estes são o maior grupo alvo das investidas corruptas da nossa polícia e, em jeito de vingança dá naquilo que todos nós cidadãos pacatos vemos e sofremos, o encurtamento de rotas, ultrapassagens e manobras perigosas, velocidades fora do normal, tudo para reembolçar o dinheiro que foi com o agente da câmara municipal.

Cabe a vós também senhor presidente do município adoptar boas políticas que visam promover a educação cívica do cidadão, por este não estar isento de culpa na degradação da cidade. Essa educação deve incutir na consciência do munícipe a atitude de cuidar a cidade evitando urinar nas árvores, deitar lixo fora dos contentores e manter a cidade limpa tal como se fosse a sua própria casa, álias a cidade é também nossa casa.

Ao investir na área de educação cívica do cidadão estar-se-á criando condições para que o município tenha ar puro o que consequentemente proporcionará uma boa saúde aos seus habitantes, a educação cívica contribui também para acabar com a criminaldade e os acidentes de viação.

Nos primeiros anos após a independência nacional, uns testemunharam in locos e muitos de nós por via dos meios de comunicação, que muitos cidadãos não sabiam como viver na cidade por isso levavam consigo animais domésticos para os prédios, há relatos também indicando que faziam-se hortas no terraço dos edifícios, pilava-se nos andares dos mesmos, álias, foi apropósito disso que o escritor Mia Couto escreveu a crónica “Um pilão no nono andar”.

Todo esse comportamento aconteceu porque alguma coisa falhou no que concerne a consciencialização das pessoas quanto aos modos de vida citadina. É bem sábido que nem todos denotamos tendências urbanas muitos de nós temos uma inclinações campestres.

Foi nessa mesma ordem de ideais que Aristoteles o filósofo grego da antiguidade clássica nos seus escritos sobre A Polis disse que antes de levar o Homem à cidade é necessário submeter-lhe a uma certa formação para que melhor se integre nela.

Com uma forte política de consciencialização acabará a relutância dos munícipes em vender nos passeios da urbe, não haverá meninos da rua nem mendigos que vivem pedindo nas avenidas, uma atitude que mancha a nossa dignidade e a beleza desta cidade que é de todos nós.

E, trabalhando com afinco nunca mais a nossa cidade será mencionada nos relatórios internacionais como uma das dez cidades mais sujas do mundo. E nestas poucas palavras acho ser tudo quanto penso que deve ser feito para termos a nossa cidade ideal.

Portanto, dentro de dez anos queremos uma cidade melhor, e isto pressupõe a eliminação da maior parte dos problemas que assolam os munícipes.
fdaesperança@hotmail.com

sábado, 5 de julho de 2008

A CIDADE QUE QUEREMOS TER DENTRO DE DEZ ANOS I

O presidente do conselho municipal da cidade de Maputo e o seu elenco, reuniram-se há dias com membros da sociedade civil para colher opiniões por parte destes sobre o tipo de cidade que se pretende dentro de dez anos.

Os participantes do encontro expuseram os seus pontos de vista em diferentes opiniões, mas com o objectivo comum de ter uma cidade melhor. Dentre os vários pontos de vista, dois grupos dominaram o debate, uns defendendo um crescimento vertical da cidade e outros um crescimento de forma horizontal.

Segundo o presidente municipal, esta política foi traçada em 2004 no início do mandato, faz parte das linhas prioritárias que tem como enfoque nos domínios da planificação, institucional, financeiro e prestação de serviços todos eles assentes em pressupostos que incluem a participação activa dos munícipes como parceiros de execução das diferentes actividades planificadas.

Nos últimos dias, a cidade de Maputo tem se beneficiado de uma série de reparações que se desdobram em diferentes tipos de arranjos, desde a reabilitação de jardins, estradas, passeios e pintura de edifícios.

Enfim, nota-se por parte dos nossos dirigentes municipais, uma vontade de devolver a beleza da nossa cidade, pode dizer-se sem dúvidas que a equipa está a trabalhar e isso não passa despercebido mesmo aos olhos de qualquer cidadão minimamente lúcido.

É de louvar esta boa iniciativa levada a cabo pelo presidente Eneas Comiche com o seu elenco. Nesse âmbito, penso que a equipa só sai a ganhar porque os munícipes vêem os resultados de forma apalpável e sentem-se parte contribuinte neste processo de ampliação e desenvolvimento da cidade. Pelo pouco que sei sobre o exercício de uma boa actividade politica, nada é melhor para um governante que satisfazer o prazer das massas.

O debate organizado pelo conselho municipal girou em torno da pergunta “Que cidade queremos ter dentro de dez anos”? . É uma boa pergunta senhor presidente e penso que todos munícipes difentemente das suas cores partidárias, crenças religiosas, raça etc, almejam uma cidade melhor, razão pela qual e porque o senhor conta com seu apoio nessa epopeia, estou optimista de que vão contribuir de diversas maneiras para tal fim.

Porém, sua excelência senhor presidente, para que tenhamos uma cidade melhor dentro de 10 anos é necessário em primeiro lugar e acima de tudo mais seriedade, competência e uma atitude de entrega ao trabalho por parte da sua máquina governativa. É necessário sanar todas formas de inviabilização e sabotagem do seu trabalho, é preciso cultivar nos seus funcionários o espiríto de honestidade e amor ao trabalho.

Para que Maputo desenvolva em dez anos, é preciso também, abandonar a atitude de engajar-se ao trabalho apenas nas vésperas das eleições. O ciclo de resolução dos problemas do município e do país em geral deve ser feito do primeiro ao último ano do encargo e não apenas no final de um mandato como se faz no país.

Continua.... II

Por: Felix da Esperaça fdaesperanca@hotmail.com

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Doutorização de Moçambique

Passa-me percebido do paradigma “doutor” (dr.) a referir-se de licenciados, é moda aqui no meu país. A necessidade de aliar esse paradigma com o know how é imperioso, porque o saber ser, fazer e estar, só é possível, com a indiferença de quem somos doutores. A indiferença que, não pactua com a “estratigrafia” social criada pela uma nova elite de doutores que me abstenho em saber se são ou não, cuja suas consequências são nefastas para uma sociedade como nossa onde a unidade nacional implica muita coisa.

Ainda neste caminho, estão os que obrigam até suas famílias, amigos e mais a venerarem para eles como ilustres senhores doutores, é triste. Os sábios da idade clássica Ocidental e até Oriental deixaram pontos importantes para distinguirmos dos sábios e charlatãos, porque é deles que consolidamos e confirmamos que o conhecimento cobre o orgulho e torna a pessoa mais humilde, é isso que, a minha mãe me ensina. Entretanto, esses doutores actuais não são equiparados com o conhecimento de nada, porque cada um, pode ser doutor.

De Chapas 100 à Chapa mania

Os chapas 100 igual a um desastre da integridade individual e colectiva, permito-me generalizar porque é assim, como o sinto carne e pele. A velocidade que os motoristas vulgos chapeiros levam, os insultos do cobrador, amontoações dentro do chapa e a lotação inesgotada parece mercadoria se tratasse, deixa-me triste.

É assim como devemos ser?
O que faz polícia camararia?
Até quando com esse tipo de amarfanhez?

Entendo, uma dica dos oportunistas clássicos, onde há maior procura, a anarquia toma conta e consequente a falta de respeito e a integridade individual e colectiva fica ameaçada. Para o nosso lado moçambicano, tomar chapa conota-se com o não ter carro pessoal ou do seu sector de trabalho para outro mundo os autocarros “autobus” serve para o público independentemente da sua classe social.

terça-feira, 1 de julho de 2008

MANDELA MERECE MAIS

Acompanhei através da STV, o megaconcerto realizado na sexta-feira, 27/06/08 na capital inglesa, a cidade de Londres, em homenagem ao antigo presidente da República da África do sul, Nelson Mandela.

Foi um concerto imemorável e de grandes dimensões se tivermos como amonstra a moldura humana que se dirigiu ao local, o pérfil dos artistas que desfilaram naquele palco, o calor e animação que coloriram a festa. Se não me engano, aquele foi ou será o maior espetáculo do mundo, neste ano.

Londres estava em apoteose jamais vista, visto que, preparar e acolher uma festa em homenagem a uma figura como Nelson Mandela é raro. O concerto que parou Londres e o mundo por via audiovisual (TV), foi realizado em comemoração ao 90˚ aniversário natalício de Mandela e em reconhecimento ao trabalho que tem vindo a desenvolver na luta contra o HIV/SIDA através da campanha 4664. O momento mais alto do evento deu-se quando o conceituado artista Will Smith anunciou a entrada ao palco do homem que inspira e continuará inspirando gerações em todo mundo, Nelson Mandela.

Naquele momento viram-se lágrimas de emoção. Mandela veio ao palco acompanhado por sua esposa Graça Machel, pronunciou poucas palavras, mas com grande significado e no fim, disse: “Está nas vossas mãos, eu vos envio”. Esta forma sábia de terminar fez-me peceber que, não obstante a tanta maldade que há debaixo do sol, Mandela acredita num mundo cheio de amor, de união e de fraternidade entre os Homens.

Nelson Mandela nasceu em Transkei na África do sul, em 1918, é um grande defensor dos direitos do Homem, notabilizou-se com a sua forte participação na luta contra o apartheid na RSA. Ficou na prisão durante 27 anos.
Em 1994 foi eleito o primeiro presidente negro da África do sul tendo renunciado o poder após cinco anos de governação, uma atitude rara no contexto africano onde o vírus da obsessão pelo poder assola vários presidentes do continente. Depois da sua libertação, perdoou os seus opressores e criou um ambiente de convívio salutar entre as pessoas sem olhar para o passado e as diferenças raciais. Hoje Mandela é Nobel da Paz e, aos 90 anos de forma incansável desenvolve actividades que visam minimizar o sofrimento daqueles que estão afectados e infectados pelo HIV/SIDA através da campanha 4664.

Meus senhores, os verdadeiros valores de um Homem não se medem pelo número de contas bancárias no estrangeiro, nem pela acumulação fraudulenta de capitais, muito menos roubando ao povo e promovendo o nepotismo, paternalismo, tribalismo, regionalismo, etnocentrismo, individualismo, hipocrisia, chantagens e corrupção para alcançar ganhos materiais e políticos. É triste, mas é assim como se vive em África, Mandela nunca agiu de igual maneira, razão pela qual hoje, o mundo pára com objectivo de o homenagear.

Em contrapartida, acredito que comemorações do género nunca serão organizadas para venerar a pessoa de Robert Mugabe, presidente do Zimbabwe a não ser que novos acontecimentos se façam sentir e mudem o rumo das coisas.
Como Mahatma Ghandi, madre Teresa de Calcutá, Malcon X, Ernesto Che Guevara, Martin Luther King, entre muitos outros que lutaram pelas mais nobres causas humanas, a História sempre lhes guardará um rodapé, bem como estes; o nome de Nelson Mandela será imortal nas nossas memórias porque a sua obra atingiu dimensões que nem o passar dos séculos apagará.

Felizmente, a história é justa, apagará e nunca reconhecerá aqueles que enriquecem delapidando o erário público, que perdem noites para desgraçar os desgraçados, aumentando a dor das almas que sofrem e perpetuando falsas promessas eleitorais por causa dos seus interesses individuais.
Diante disto tudo, há que dizer bem-haja Nelson Mandela que o teu exemplo nos inspire e prossiga de geração em geração até ao fim dos tempos, tu transformaste lágrimas de sangue em chuva que traz novas esperanças para um novo começo.
E quanto a mim só me resta perguntar-te: Como seguir os teus passos MADIBA?

Por: Felix da Esperaça fdaesperanca@hotmail.com

No palavreados

Actualizei o blog Palavreados , veja:
Carta de AmOr de um arrependido à sua amada Eunice (Nini) I !!!

humilde e desejo

deixaste-me

fingida

Milagre da blogosfera

Vou fazer uma pequena abordagem sobre os blogs, essa ferramenta tecnológica muito importante para as nossas reflexões. Desde já permitam-me perguntar-vos o seguinte: o que, como seriam as nossas experiências, impressões, opiniões e correspondências sem a blogosfera? Por mim confesso que não faria muito sentido.

O blog provém da expressão weblog que foi cunhada em Dezembro de 1997 pelo norte americano Jorn Barger, surge da junção das palavras inglesas Web (rede) e log ( diário ou livro de bordo) o que identifica claramente a sua intenção inicial de ser um mero diário, um repositório de comentários, experiêcias intímas e de algumas ligações pessoais feitos a partir de assuntos de interesse do próprio autor/editor e disponibilizados em páginas da internet de forma cronológica e datados.

No mundo jornalístico existem dois tipos de jornalismo que são o hegemónico e o alternativo. O hegemónico é aquele que costuma chamar-se também por grande imprensa, muitas vezes veicula aquilo que são os interesses de grandes partidos políticos, sistemas ideológicos, está vinculada a indústria cultural.

O jornalismo alternativo é aquele que aborda questões ignoradas e negligenciadas pela grande midia, são instituições fora do escopo do jornalismo hegemónico. Os colegas podem pensar, porque que este jovem está falar de jornalismo? A razao é simples, é que nos últimos anos a blogosfera está associada ao jornalismo e entre os tipos supracitados está mais ligada ao último, neste caso o alternativo.

Nos blogs postamos as nossas opiniões sem receio de sofrer alguma censura, os nossos pontos de vista não passam por rascunhos desnecessários e infindáveis, não há aquela atitude do tipo tens que rectificar isto porque não vai agradar ao chefe x e/ou o patrão y, nos blogs é só opinar e cabe aos leitores ver as partes por acertar.
Aqui os internautas escrevem, exprimem aquilo que lhes vai na alma com liberdadade de expressão, mas sem deixar de lado a ideia de que a nossa liberdade termina onde começa dos outros. Na blogosfera não há espaço para sentinelas burocratas, publica-se sem olhar as cores partidárias, credos religiosos, questões raciais, tribais e étnicas porque aqui os valores de um Homem não se medem com base nessas coisitas todas.

Um dos grandes valores dos blogs é a facilidade com que estes permitem desenvolver um debate com pluralidade de ideias e um homem cresce intelectualmente quando está mergulhado num ambiente plural em pensamentos. Colegas, quantos de nôs não queremos ver a nossa opinião a circular na grande imprensa, mas por causa de meras questões editoriais, de amizade, de simpatia, até de apelidos vemos as nossas intenções insatisfeitas, ainda bem que as tecnologias não permitem tanta mesquinhez.

Devido a sua vulnerabilidade em relação a questões como estas que acabei de citar, o meu país precisa de mais blogs. Em 1848 Marx e Engels disseram: Proletários de todos países, uni-vos! Hoje 160 anos depois, por um debate pluridimensional e inspirado no mesmo ideal digo:” Bloguistas” de todo mundo uni-vos!

Por: Filipe da Esperança

Voltei a blogosfera

Voltei, voltei para a vida normal, acho eu, uma vida de informação, a blogosfera. É aqui, onde trouxemos o mundo para a nossa palma da mão, o longe torna-se perto, o perto torna-se fácil.

No meu sumisso, pairaram vários temas, como a Xenofobia, Pedofilia “Os turcos”, mugabismo que está a dar até de momento, pairou o ciclo vicioso e de imitação “importa-me” e notificou-se a questão da legalização da prostituição, ou seja, o reconhecimento da prostituição e prostituta.

Deu para ver que, fiquei de fora por muito tempo, mas nunca esqueci de regressar para este santuário de cruzamentos de ideias, asserções, animações, especulações e mais. Regresso, regresso porque devo, não porque tenho direito, nem porque fui forçado, mas porque comprometer-se com a blogosfera é comprometer-se no conhecimento de muita coisa. Permito-me, dizer que, voltei e não promteto dizer que nunca hei-de sumir.

sábado, 3 de maio de 2008

O meu Moçambique

Aqui temos tudo. O tudo de quanto e quando temos. Acabei de ver que somos aqueles que eramos. Quando eramos o que somos agora, cheio de pessoas, façanhas, anomalias, recursos naturais, boa paisagem para tudo, passeios lindos e convidativos para tudo.

Aqui também temos as praias que ligam o índico sagrado, o oceano onde outrora servido de corredor da escravatura para outro lado do atlântico. O cruzamento das culturas fizeram-se sentir na mira da moçambicanidade. Lá para o Norte os macuas, macondes, os mwanis, os ayaos, o nyandjas e um pouco dos ngunis no Niassa, passeam o seu mixe na africanidade.

(Acabou)

terça-feira, 29 de abril de 2008

As minhas identidades II (prossegue)

As minhas identidades, também prefiro ver as minhas fronteiras, os meus limites com o outro, onde facilmente me identifico, onde os outros percebem-me com a minha identidade. A minha identidade confunde-se com as várias identidades, as somas de identidades.

Henri Lopes, menciona a identidade internacional, equiparada com a minha onde a minha, vai mais além do internacional, procura identificar-se em espaços for a do planeta terra, porque vivo num espaço. A identidade internacional encontra-se na forma como eu, no entanto que eu, onde me enrolo na querela internacional. Na identidade internacional identifico-me como africano, como alguém visto no geral de uma identidade daquele povo do Cabo ao Cairo, do índico ao atlântico onde a dimensão e a diversidade, como traços da minha identidade

A identidade internacional, ajuda-me a perceber a unidade na diversidade, ajuda-me a comungar os interesses de diferentes modos de produção, ajuda-me a entender a globalização. É com essa que me situo, tomo os meus bens da identidades no espaço e tempo. Tempo, quando viajo, pulo de um continente, tomo as diferentes identidades, misturo-me com os outros no entanto que os outros. É com os outros onde fico confuse nas minhas identidades. Depois da minha graduação e casamento aumento as minhas identidades e quando compro nova roupa ainda aumento novas identidades. Confundo-me de somas de identidades.

Ví, mesmo o quão difícil definir a identidade, concretamente, as múltiplas identidades que um qualquer pode ter, variando de espaço para espaço, tempo em tempo. Quando Samir Amin, aborda as identidades, aumenta o meu cunho de curiosidade e confusão, quando eu vejo a música Africana, e moçambicana em particular, fico com orgulho das minhas identidades. Entretanto, quando escuto a música portuguesa e brasileira identifico-me como português e brasileiro.
Daí, que a identidade confunde-se no tempo e espaço. As fronteiras e as legislações não são coesas para definir a identidade no entanto que tal, porque cada um identifica-se onde e quando.

As coisas que me importam

Moda não,se calhar a mediana onde se fundamenta o que me importa. Muita coisa me importa, mas urge-me em postar aqui e ali, o que realmente me importa.


Importa-me viver bem

Importa-me ter bons (as) companheiros (as) da vida.

Importa-me de não deixar a minha mãe triste

Importa-me de estudar e ter bom nível académico-científico

Importa-me de ler e escrever o que me apetece e o que sinto

Importa-me de viver em paz com quem amo e gosto

Importa-me de visitar blogs de qualquer que seja e esteja a postar sobre a decência e de forma decente

Importa-me ter respeito com os outros dentro do meu país Moçambique e for deste

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Saudaçoes a todos

Desapareci porque quero tomar novas posiçoes sociais e espaciais. Estar aqui, requer viagens pelo mundo das coisas. Agora regressei a minha terra, Moçambique. A patria amada. Aqui na perola do indico. Onde vou postar e relaxar com o ar puro da costa do indico. A comer amendoim, a passear, a viver com traços da minha identidade. Hoje, estou em Moçambique. Canada fica para depois, mas nao esqueco desse povo, amigos e ademais conhecidos. Lembrei/me da Lili que dizia your “small beaut” lembrei/me de Ranchland. Paro por aqui.

Agradço a todos que visitaram no tempo da minha ausencia. Voltei agora para tentar enquadrar me no mundo dos vivos.

sábado, 5 de abril de 2008

Minhas identidades I

Lembrei-me que é asnera falar da identidade no mundo cheio de identidários. Lembrei-me que é difícil falar deste conceito, definido em ciências sociais e humanas, com base no objecto que se pretende focar. Então, eu transcendo, esse medo que anestesia aos identidários em definir suas identidades. Defino minhas identidades com base nestas ciências, minha razão e empirísmo.

As minhas identidades são essas que me definem agora e no passado, agora no espaço, agora na posição de um que está a escrever no blog, para publicar. Depois disso, os leitores vão se mergulhando em ler, palavra por palavra, alguns podem indagar e identificar a minha identidade, a partir dos meus escritos.

Mas, o título sugere-nos uma viagem de trazer claramente quais são as minhas identidades. Não vou ser paragmático, nem sintético, vou tentar ser aquilo que sou, definindo a minha identidade, a partir de confusão. A confusão é minha e sou eu, que a provoquei assim, sou eu como sou. A confusão surge quando lí, a revista científica Quaterly Magazine, n. 27, com o título, African Geopolitics: Identity and African Identities. Tem lá, artigos muito interessantes, que me ajudaram a concluir as minhas identidades. Entretanto, as minhas lágrimas secaram quando lí as páginas 23-29 da autoria do Henri Lopes com My Three Identities, ele procura descrever as três suas identidades. Na comparação com as minhas parecem semelhantes, mas eu tenho muitas. Henri Lopes, começa a primeira identidade que, a minha relaciona-se com a dele, sobre a ligação com os ancestrais, da terra dele. Então, constitui a minha primeira identidade, lá no Parapato, no António Enes, no Angoche, na família Chocoroua dos Kabailas, onde reside a primeira identidade que ganhei, que identifica a mim, meus irmãos, meus ademais familiares.

É aqui, onde mesmo estando lá no Alaska,Canadá, Austrália e etc, a minha primeira identidade reside em mim, e tem marcas em mim, identifico-me primeiro em ser identidário dos Cotís, mesmo sem bilhete de identidade, definimo-me assim. É dessa primeira identidade, que conheci Moçambique, como minha segunda identidade, que me define com certos aparatos históricos, culturais e linguísticos e, até legais. Por mover-se para Universidade, ganhei outra identidade, aliás, aumentei o número de identidades, é uma identidade, que define a minha convivência no social, alicerçada pela minha construção ao longo do tempo, que fui ensinada a aprtir da minha primeira identidade.


Prossegue para minhas identidades II

sexta-feira, 4 de abril de 2008

7 de Abril dia da Mulher Moçambicana



Lute e continue a lutar oh Mulher moçambicana,

Mas não leve e nunca mesmo levar arma,

Usa os seus direitos para ganhar a partilha,

Use os seus direitos como tua arma,

Use o conhecimento como tua arma,

Use seus direitos e conhecimento para equidade de Género,

Continue com muitos papeis, mas não como rascunho,

Mas como papeis que servem como marca sua, como moçambicana,

Contribua no desenvo0lvimento do país, Moçambique, a pérola do Índico,

Essa rosas, não quer dizer que chega para ti, tú precisas mais que isso.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Coisas que não me importam

Veja aqui no palavreados coisas que não me importam

Homem grávido

Thomas Beatie, casado com Nancy há mais de dez anos. Beatie, um transexual masculino, residente no Oregon, Estados Unidos da América, espera ter um bebê, tem uma gravidez de 5 meses.

Veja a história, Beatie, “submeteu-se a uma alteração para eliminar os peitos femininos e a um tratamento de testosterona no seu processo de mudança de sexo mas conservou os seus órgãos reprodutores.” “Largou a terapia de hormônios para engravidar por causa da esposa que não pode ter filhos” Leia aqui e aqui

Tipos de mulheres moçambicanas

Clique aqui no palavreados veja sobre tipos de mulheres de moçambicana

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Minha rotina do dia 2 de Abril de 2008

Hoje acordei muito feliz não sei porquê. Aumentei a minha felicidade quando naveguei para o blog da Ximbitane e pulei para o Reflectindo sobre Moçambique onde ganhei mais energia, mas a energia pode ser complementada com a crítica e críticas dos críticos, daquí lancei o mouse para Ideias Críticas , depois fui tomar o meu café da manhã no Diário de um Sociólogo, é aqui onde ví o post sobre Doutorizão Abdulah que “faz meninas parecerem bonitas e ser gostado por todos homens”; faz passar de classe estudantes que não estudam ou seja que nao sabem nada” e ajuda fazer tese do mestrado (MBA) em um mês” . Hum Hum Hum!!!! Aqui há problemas senhor Abdulah. Se resolver o problema do desenvolvimento económico no nosso país, pode me convencer. A final aquelas miúdas que pululam alí e acolá por Xipamanine, Mafalala e Coconut, “o” Abdulah transformou-as em bonitas!!!!

Depois do café e Abdulahísmo, cansei-me. Mas ganhei a coragem, quando naveguei para o ma-shamba do jpt onde consolidei e aprendí a respeitar as formas de manifestações culturais dos outros assim como minhas e, recordei-me do meu hino que aprendí do Carlos Serra “as diferentes formas de racionalidades” onde Abdulah ganha espaço, aqui fiquei calado e puramente santinho no meu canto.

Na espectativa de continuar com a minha rotina na felicidade, no Tropical Archaeology Laboratory fintei ao meu supervisor Julio Mercader abri a minha caixa de email do Yahoo, encontrei uma mensagem que a minha colega mandou de lá nas terras de Lourenço Marques, Maputo. A mensagem estava anexada o vídeo do Zico, leia aqui , aqui, aqui, aqui,aqui e aqui. Este vídeo afundou a minha felicidade do dia 2 de Abril, fiquei em choque com o vídeo, se eu fumasse o Laboratório estaria cheio de fumo. Fechei o email do Yahoo e abri o do Gmail a fim de desabafar ao Reflectindo sobre Moçambique e comentei no Ximbitane.
Assim, a minha rotina do dia 2 de Abril de 2007 foi essa.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Moçambique 2100

Clique aqui e veja Moçambique 2100

NURIN JAZLIN




No combate a pedofilia vamos todos dizer pare a pedofilia e a violacao de direitos humanos
Veja a paisagem amarga da NURIN JAZLIN
MURDERED. 9 YEARS OLD. WHY? ARE WE HUMAN?

Please!
TO AVOID SUCH A TRAGEDY HAPPENING AGAIN, AND FOR THE SALVATION OF OUR CHILDREN, WE ARE DOING A WORLDWIDE CAMPAIGN, DISPLAYING THE IMAGE OF NURIN JAZLIN JAZIMIN IN BLOGS ALL OVER THE WORLD ON 25TH APRIL 2008. LET'S NOT FORGET NURIN JAZLIN.

Um homem e uma causa


A luta contra a pedofilia, e violação de direitos humanos é de todos nós. Entretanto, nessa luta há homens que merecem a coroa e heroismo pelo esforço que empreendem neste caminho. Neste caso está David Santos com o seu blog Só Verdade, então Clique aqui

domingo, 23 de março de 2008

Um espaço e uma mulher: Lady capulana da Ximbitane



Vá, vai, com a Ximbitane e Xivite xa vovo, Minhembeti wa maria, Xirozana e veste a capulana mukhumi, torne-se a mulher da terra mae Mocambique. Usa a capulana como seu símbolo desde a tua tenra idade.

O espaço da Ximbitane é de todos nós. Visitá-lo é desfrutar o conhecimento da mulher que luta pela igualdade de Género.
Clique aqui e veja este magnífico blog da Ximbitane na Lenha

sexta-feira, 21 de março de 2008

Homens e mulheres têm hábitos alimentares distintos

As pesquisas até na diferença de gostos e apetites no Género. Interessante nem!!!!!entao Leia aqui

quinta-feira, 20 de março de 2008

Exposições no Kuweit e Moçambicanos (III)


Permita-me antes de mais, citar e desejar a boa continuação de bons trabalhos e promoção do nosso país Moçambique além fronteira. Juntos desenvolvemos. E bons estudos.Cito o que recebe dos estudantes mocambicanos no Kuweit:

"Ao nivel da Africa Austral; Africa do Sul, Mauricias e Tanzania foram destacados.
Marcou neste evento a presença de grandes figuras, tais como: Ministros, missoes
diplomaticas, reitores das univeridades internacionais e mais personalidades ao nivel do mundo.
Estavam sendo esperados tambem a presença das missoes diplomaticas de Moçambique no Cairo ou Dubai; cujo os convites foram mandados a duas semananas antes do inicio do evento."



MR

Moçambicanos a estudar no Kuweit e militantes na luta contra a pobreza absoluta (II)


Foi assim, que considero ainda pertinente postar pelo facto do contexto e acção desenvolvida pelos jovens estudantes em diversos curos no Kuweit um dos países do Médio Oriente. Os Estudantes para além des estudar partcipam em diferentes eventos sociais em forma de lobbies para Moçambique.
Primeiro, o número insignificante de estudantes lá a estudar e segundo último, apoio do governo Kuweitino que acompanha o processo educativo deles, é excelente caminho na formação de cientistas moçambicanos. Outros estão a ser formados em áreas como Geologia, Economia, Medicina e etc.
Nas exposições internacional realizadas nos dias 17 a 24 de Fevereiro de 2008, esses moçambicanos estiveram lá representando Moçambique. Tratou-se de uma exposição Internacional, representado 40 países correspondendo três continentes: Asia, Europa e África. As exibições retratavam a cultura, questões turísticas, económicas, etc.
Permita-me citar, “acreditamos que, na participacao dum evento deste, possamos atrair investimentos para Moçambique, isto é, uma forma de contribuir na luta contra a pobreza, assim como um modo de criar laços de amizade entre os dois países”.

O Nacionalismo vivo e revivido no Kuweit pelos moçambicanos (I)



Achei interessante postar aqui sobre os moçambicanos na diáspora. Neste caso, são os moçambicanos que estão a residir em Kuweit. Kuweit é um dos países do Médio Oriente, onde o petróleo e gás natural são por excelência elemntos económicos mais destacáveis. Países vizinhos Iraque ao norte, e Arábia Saudita ao sul e outros países como Qatar e etc.

Chegou-me a informação de alguns moçambicanos sobre o reactivar e a contribuição para a promoção do nosso aparato sócioeconómico e turístico, porque não, a tomada do comboio da luta contra a pobreza absoluta que assola Moçambique e em África no geral.
O nacionalismo está patente no coração destes . Não quero cair na comparação com o Nacionalismo desenvolvido pelos nossos actuais herois Eduardo Mondlane, Samora Machel, Joaquim Chissano, Emílio Guebuza, Marcelino dos Santos e mais, uma lista grande e importante. Difere nos objectivos dos nacionalistas actuais mas, partilham essa exaltação da moçambicanidade com orgulho ainda de ser filho de lá da pérola do Indico - MOÇAMBIQUE.

Eles exaltam a moçambicanidade, para além da diversidade, eles procuram unir o diverso e colmatar com as assimetrias sociais. Criaram uma Associação de Estudantes Moçambicanos no Kuweit, onde o lema é estudar e implementar em Moçambique. Criaram uma equipa de futebol, criaram uma caixa de fundos para ajuda aos moçambicanos estudantes em Kuweit e apoio material à algumas escolas em Moçambique via informal. A própria Associação promove actividades junto com outras associações de carácter regional sediadas em Kuweit, o caso dos estudantes da Africa Ocidental. A língua portuguesa constitui um dos meios de união com outros estudantes provenientes dos PALOPs. A exposições os moçambicanos levam consigo um conjunto de informações sobre Moçambique a fim de exibí-las e promover o país para uma atracção turística e de investimentos.

Água e Metano no sistema extra-solar


A detecção da existência de água e metano no sistema extra-solar foi feita pelos cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia e da Universidade do Arizona EUA. A sua importância reside na compreensão sobre os processos químicos e atmosféricos do planeta extra-solar, chamado HD189733b. Veja aqui

quarta-feira, 19 de março de 2008

Zicoísmo, Fenómeno Zico e Ziquismo à caminho da reforma terminológica e problemática

Acompanho as músicas do cidadão Zico e a sua malta. Esse grupo de músicos, Zico e a malta, ganhou um espaço enorme na sociedade moçambicana nos últimos tempos, por um lado a popularização da música e a imagem desses músicos tornou-se algo questionável e por outro ”a morte viva de músicos da velha guarda” outra questão. Tendo em conta o dilema que enveredamos, quando estes saem à rua e apresentam a sua máscara em resultado da globalização, um reduzido número se calhar sae a gritar sob forma crítica ao estado deplorável da música assim no entanto que o conteúdo da música.

Real é, o Zicoísmo ou o fenómeno Zico e a sua malta como os pretendo chamar e considerar, constituem um conjunto de fenómenos sociais que não estão dissociados com outros fenómenos sociais que dilaceram na nossa sociedade moçambicana moderna.
Recordemos um pouquinho do Estruturalismo-funcionalismo, onde numa estrutura dentro dela tem os que compõe, se uma dessas componentes não funciona a estrutura fica ameaçada, notando-se porém problemas que influenciam quase todo o sistema. O conjunto das relações sociais, dentro da tribo, família, organizações políticas e sociais desempenham um papel muito importante em qualquer sociedade. Onde a forma de desmitificar a realidade torna uma questão relativa em diferentes amplitudes sociais. Se formos a ver, o caso da sociedade moçambicana temos um conjunto de valores que pese embora em deterioração há sinais da conservação desses valores numa certa camada etária. Mas, essa conservação as vezes fica ameaçada com a marca da pobreza, dominado e engajado no consumo daquilo que é externo. Em questão está, a crítica aos músicos que o conteúdo das suas músicas deixam e criam manchas, promovendo a marginalidade, a nudez, a falta de vergonha e a marginalização da mulher como ela sendo objecto no sentido machista. Daí, a observação poderia ser vista em questões tais como: Que sociedade nós estamos e vivemos? quem consomem e porquê a música dos Ziquistas? E porquê criticamos? O que estaria por detrás desses músicos.


Esse é um problema de determinismos sociais que amontoam o nosso caminhar para uma nova etapa que não é a de barbárie como Morgan
quiz dizer, mas uma etapa onde a liberdade confunde-se com a liberdinagem. Essa liberdinagem poderá chegar ao ponto da selvageria. Onde “a Moda de Cão” a querer expressar-se como posição sexual e abuso deste, em qualquer tempo e espaço poderá tomar o cenário social e transformar a moda de cão numa moda humana. Bem ou mal, nossas irmãs, eu e outros escutámo-las e procuramos implementar a moda de cão, parece incosciente e saímos à rua a gritar “valores morais”.

Recorde, assunto está em abordagem no Dário de um Sociólogo e Meu Mundo

segunda-feira, 17 de março de 2008

Múltiplos papeis da mulher moçambicana na visão geral

Uma reflexão na questão da mulher é importante. Primeiro, o desenvolvimento sustentável exige a partilha das decisões: HOMEM e MULHER; Segundo, a mulher nas sociedades africanas desempenha múltiplas tarefas, por um lado incumbidas pelos homens e por outro lado, uma exigência sóciocultural. Das tarefas incumbidas pelos homens, estão as decisões unilaterais e a divisão sexual do trabalho. As vezes as mulheres, são remetidas a tarefas como cuidar de casa que envolve um conjunto de coisas (cuidar das crianças, cozinha, responsabilidades da família). No cenário rural, a mulher ela vai à machamba, volta dar banho as crianças, cozinha e outras actividades duras.

Positivo é, quando a mulher responsabiliza-se em tratar dos assuntos da educação dentro de casa e ela como chefe da família. O negativo é, ser chefe da família em casa e ser rascunho na escala do mercado de emprego e tomada de decisões.
Essas tarefas, as vezes são responsáveis da agonia intelectual da mulher. A educação, saúde e mercado de trabalho, jogada a responsabilidade dos homens. Apesar do índice da desistênsia da rapariga estar a baixar. Há que montar duas guerras: educação intelectual da rapariga até ao ensino superior, fazer falar número com a realidade.

Em Moçambique as tarefas para o desenvolvimento podem resumir-se em: Para além da política, governação, os trabalhos na agricultura, as actividades como comércio formal e/ou informal (agora as mukheristas-sul de Moçambique) são por excelência uma boa iniciativa e aplausível, a própria educação dentro da família, as vezes a mulher é responsável.

Na minha assumpção, a criação de associações femininas de carácter intelectual é um dos caminhos para a emancipação da mulher. Se calhar, esse seria um dos caminhos para a consolidação e da consciência feminista (no sentido moderado).
Ademais, as barreiras e as futuras victórias podem residir em duas ferramentas a educação e a tomada de decisão.

terça-feira, 11 de março de 2008

Ciclone Jokwe em direcção à Sul de Moçambique


Ciclone Jokwe em direcção à Sul de Moçambique. Deste modo, espera-se afectar (previsão) províncias de Inhambane, Gaza e Maputo. Leia aqui
Tem estado a deixar famílias sem habitação e nem meios de sobrevivências, aumentando de certa a pobreza absoluta. Os dados apontam em aumentar o número de mortes para 9 na província de Nampula.

Estudo e Vida: As pessoas com maior nível de escolaridade tendem a viver mais


Estudos feitos pela Escola de Medicina da Universidade de Harvard nos EUAs, revelam que as pessoas com maior nível de escolaridade tendem a viver mais. O estudo dá em conta que ‘na década de 1980 e o ano 2000, o aumento maior da expectativa de vida ocorreu quase de maneira exclusiva nos grupos com maior educação’
Leia Aqui


A Foto retirada do Yahoo.br/galeria de fotos

Ma-blog um Portal de assuntos de Moçambique

Deixa-me primeiro apresentar aquilo que é meu carácter, parabenizar a iniciativa. Difícil é fazer casamento entre a teoria e prática. Esses ilustres fizeram o casamento entre a teoria e prática criando um espaço de cruzamento de ideas, informação em todas as suas “dimensões” e cruzamento de ideais de cidadãos moçambicanos e moçambicanizados blogando fora e/ou dentro de Moçambique. Este país amado da “Pérola do Índico”. Esses ideais que pululam nos blogs e blurbs. Tenho aqui uma epístole relativo à esse magnífico assunto: “Há quatro anos que tenho o blog Ma-schamba. Acompanho o bloguismo em Moçambique desde o seu início, actualmente em notório crescimento. Face a essa multiplicação de blogs solicitei à equipa do meu suporte de blog TubarãoEsquilo a organização de um agregador de blogs sobre Moçambique: o Ma-Blog, passível de evoluir para um portal de assuntos sobre Moçambique."

Como serão feitas as publicações?

"Nele serão anunciados automaticamente os novos posts (em ritmo de hora a hora), facilitando a sua consulta actualizada. E, presumo, aumentando a audiência e impacto dos blogs, pela junção da sua divulgação. Neste momento serão indexados todos os blogs existentes sobre Moçambique, segundo um critério de selecção que não obedece a qualquer opção temática ou estética minha. Ou seja, entram todos os blogs escritos em Moçambique; entram todos os blogs escritos por moçambicanos no exterior; entram todos os blogs escritos no estrangeiro dedicados às questões moçambicanas."

Solicitação da nossa contribuição: Bloguistas e Leitores
Estamos ainda na fase de instalação, aferindo as várias possibilidades. Solicito-vos pois a maior das colaborações, que é a das sugestões. Logo num primeiro momento pede-se que opinem sobre a opção relativa à apresentação:
modelo com replicação dos posts integrais: http://www.ma-blog.net/
modelo só com teaser de cada post: http://www.ma-blog.net/segunda
Peço ainda a vossa colaboração para a divulgação e eficiência do Ma-blog.

Amigo e querido leitor, este é um blog que eu esperava e quero crer que tú também. Então clique aqui Ma-blog

Dê uma olhada no Bosses Blog

O Bosses Blog visistei hoje pela primeira vez interessante é, e recheiado de cometimentos que a ajudam a reflectir. Postou o seguinte: Violência contra a mulher é assunto de homens
Acompanhe esse delicioso ponto. "A violência doméstica é vista essencialmente como um assunto privado entre marido e mulher. Isto é um contra-senso. A violência e o abuso estão errados e são ilegais. Trata-se de bater e violar, não se trata de disciplina. O risco de ser infectado pelo HIV acrescenta uma dimensão nova e mais horrenda à violência sexual." Bosses vai mais além questionando o seguinte: Será que elas conseguirão alguma vez superar isso? Leia aqui o resto

segunda-feira, 10 de março de 2008

Moçambique Ciclone Jokwe em acção


O Ciclone Jokwe , está a fustigar Moçambique com rajadas de vento de 200 quilômetros por hora nas províncias de Nampula desde a noite do dia 7 e agora Centro do país em alerta vermelha. As fontes , referem dos distritos na costa concretamente nos distritos de Angoche, Ilha de Moçambique, Mogincual, onde este deixou danos humanos e materiais. Até foram registados seis mortes, quatro no distrito de Mongicual e duas no distrito de Angoche, na província de Nampula. Enquanto o número de feridos subiu para seis.

Dos danos materiais um total de 9116 casas foram totalmente destruídas e 996 ficaram parcialmente danificadas nas províncias de Nampula e Zambézia. “Em comunicado, o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) de Moçambique recomenda à população para identificar "abrigos temporários em locais seguros" e para não sair de casa quando as rajadas de vento forem mais intensas.‘Guardar água e comida de emergência’ e ‘colocar navios e barcos de pesca em lugar seguro’ são outros dos conselhos do INGC aos moradores dos locais atingidos. Veja aqui

O governo atravé do conselho de ministros chefiada pelo titular da Administração Estatal, Lucas Chomera, e integrando os Vice-Ministros do Turismo e da Função Pública, Rosário Mualeia e Abduremane Almeida, respectivamente, trabalha este fim-de-semana na província de Nampula, no quadro das acções de monitoria do Governo da situação de emergência provocada pelas chuvas intensas que se registam no país.
Veja aqui.


As províncias do Centro do país estão em alerta. Uma situação muito triste e precisa de ajuda à familias afectadas. Uma ajuda que pode ser vestuario, utensílios domésticos, roupas e mais de ajuda pode significar um grande gesto.
Recorde hoje é ele amanhã sou eu!

sábado, 8 de março de 2008

8 de Março dia Internacional da Mulher: uma viagem longa mas realizável


Dia 8 de Março, dia Internacional da Mulher . É o dia em que as mulheres renovam os seus objectivos de luta contra a descriminação e a desigualidade de Género no mercado das oportunidades. A história da humanidade indica-nos o caminho percorrido pelas mulheres desde os primórdios tempos. Foi com a Revolução francesa em 1789 que as mulheres sairam a rua para reivindicar a melhoria das condições de vida e trabalho, a participação política, o fim da prostituição, o acesso à instrução e a igualdade de direitos entre os sexos. Aqui encontramos a figura de uma mulher francesa de nome Olympe de Gouges. Esteve ligada à questão da Declaração dos Direitos da Cidadã. No dia 3 de Março de 1793, Olympe de Gouges foi guilhotinada por causa da sua forma do radicalismo reivindicativo. A luta pelos direitos da mulher continuou mesmo com abolição das organizações femininas na França.
Entretanto, foi no dia 8 de Março de 1857, onde alguns proprietários das fábricas atiraram fogo contra 129 mulheres tecelãs em Nova York. Em homenagem à essas mulheres, na II Conferência Internacional de Mulheres, realizada em 1910 na Dinamarca, foi proposta a data de 8 de Março como dia Internacional da Mulher.
Portanto, esse caminho está em epígrafes até nas temáticas científicas dado o seu significado e a necessidade imediata de enquadrar a mulher na partilha das oportunidades. A luta agora não se reduz à horas de trabalho, prende-se também na disputa da justa e igualidade de Género em todas as suas vertentes de operação.
O caminho parece estar na mira de ouro ou seja no positivo. Segundo o relatório Tendências Globais para o Emprego de Mulheres 2008, nota-se um crescimento das mulheres no sector laboral chegou a 1,2 bilhão em 2007, em comparação a 1,8 bilhão de homens.
Leia aqui

quinta-feira, 6 de março de 2008

O BRAIN DRAIN uma questão para debate

Tenho estado a reflectir este fenómeno desde a minha estadia fora do meu país Moçambique. Não quero ser optimista e nem pacifista no assunto. Confesso que as causas deste fenómeno é a pobreza, não quero ferir tanto a mim assim como à outros, mas há uma outra razão lá no fundo o contra nacionalismo exacerbado. De facto, o brain drain ou a fuga de cerebros ou seja de intelectuais para paises desenvolvidos e uma realidade. O continente africano tem sido alvo deste fenómeno, 1. Outros culpabilizam as bolsas de estudos para o exterior onde estes quadros depois da formação não regressam à seus países de origem outros 2. baixo nível de vida onde o salário é a primeira causa a ser atacado .
Recentemente, o fenómeno foi mencionado no Fórum Global sobre Recursos Humanos para a Saúde realizado em Kampala, Uganda. Mostraram que África está perdendo um número significativo dos seus qaudros da saúde. A deserção deve-se principalmente por causa das condições de vida de médicos africanos.
Dos países que absorvem consta os EUA, Alemanha, Austrália e, etc. Os países que sofrem deste fenómeno está Gana, Moçambique, Quênia, Uganda, El Salvador, Haiti e Jamaica. Veja aqui
Este é um fenómeno que suscita debates outros remetem até falta de incentivos para que estas pessoas se mantenham e os países desenvolvidos criarem condições para conter essa situação.
Espero o teu ponto de vista!!!!!!!!!!!!!!

Saúde e descobertas (I)


Os cientistas descobriram mecanismos que ajudam para a sobrevivência e proliferação das células tumorais em um tipo de limfoma. Encontraram mutações no gene CARD11 em 15% destes linfomas, que, ativam a função estimuladora deste gene.

Entretanto, a via de sinalização da qual participa o gene, denominada NFkB pelos cientistas, favorece os mecanismos de sobrevivência e a proliferação das células cancerígenas neste tipo de linfomas ou tumores do sistema linfático. Leia aqui

Portanto, “Tumor é o resultado de um processo de divisões celulares sem controle do organismo a partir de uma célula inicial que sofreu mutações”.Canal Ciência

Fonte: Yahoo Ciência e Saúde
Canal Ciência

quarta-feira, 5 de março de 2008

A remodelacao da Oficina Mussa Raja

Oficina em remodelacao, a mudanca do nome. Mas o URL o endereco continuara o mesmo sinceras desculpas a todos amigos visitantes.

Sorry, Changed blogsname but URL adress continue

sábado, 1 de março de 2008

Vá com Agry e saboreie a comida moçambicana



O blog da Agry White procura mostrar alguns traços sócioculturais que identificam o povo mocambicano e outros povos que tiveram influencia portuguesa no contexto colonial. Partindo da gastronomia e até a representação visual.
Permita-me citar, o que consta no blog "tal como outros, penso que é preciso preservar e revitalizar o património culinário contra a invasão das 'cozinhas bárbaras' que ameaçam invadir os próprios lares, com a chamada comida de plástico."Veja no Navegando com os Sabores
No seu argumento Agry, acredita que "é impossível falar da cozinha moçambicana, omitindo a colonização e a consequente repressão cultural."

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

A feminização do alcoolismo e a realidade do quotidiano


Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas(Cebrid), o número de meninas viciadas no alcool aumentou nos últimos tempos. A Fernanda Aranda, caracteriza o estilo dessas mulheres engajadas neste vício, para alguns aspectos em que a Randa aponta podem casar-se com a realidade moçambicana, ela menciona a questão do "visual calça jeans, miniblusa, cabelos longos e bolsas coloridas era maioria nas rodinhas, mas as meninas não só invadiram os bares, como também as estatísticas de problemas com a doença” Leia aqui.
Contudo, alguns traços merecem ainda desenvolver, é o caso das tchunas babes que invadiram o mercado visual das meninas e até certo ponto as senhoras mocambicanas, ainda a autora menciona a questao das doenças, que de certa maneira podemos inferir associando este vicio com HIV-SIDA.
Pretendo sublinhar os seguintes pontos, o relacionamento do visual com as viciadas de bebidas alcoolicas, a feminização deste vício. Portanto, as meninas estão num contexto em que há uma interacção com rapazes, onde podem partilhar as bebidas alcoolicas e as vezes sendo uma iniciativa de ambas partes. Imperiosamente há que levantar questões do tipo causal, para saber realmente o que está por detrás desse aumento.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

REFLEXÃO SOBRE A EMANCIPAÇÃO DA MULHER MOÇAMBICANA: Uma reacção ao artigo da Linette Olofsson




(O Artigo da autoria de António Antique apresentado no Reflectindo Sobre Mocambique no ano de 2006 achando interessante trazer aqui para debate sobre a questao da mulher, as relacoes de genero que tem sido debate do a dia).


Por António Antique

A chamada à reflexão é oportuna e reflectir é lembrarmo-nos primeiro, do trajecto percorrido e projectarmos o trajecto a percorrer no âmbito da emancipação da mulher. Concordo plenamente com a Linette que a emancipação da mulher é o dever dos homens e o direito das mulheres. Tal dever nosso, eu também como homem, não significa fazermos ao que até hoje fazemos – uma emancipação de o inglês ver – que na realidade significa termos a mulher como flores ou para convencermos ao mundo que lutamos pela igualdade. Nós temos que abandonar as posições que das mulheres usurpamos, deixar a mulher a ter a mesma “maioridade” que nossa.
Lembro-me que nos meiados da década 80, um administrador dum posto administrativo em Nampula, disse em conversas que nunca deixaria à sua mulher a trabalhar fora da casa, isto é, a tomar um trabalho remunerável. Contudo, trata-se de um homem que tinha que ter mulheres ao seu lado nas suas “banjas”. Esta experiência, penso que exige-nos a reflectir sobre o que é emancipação. Será trabalhar para emancipação da mulher, quando fazemo-la representante em trabalhos não remuneráveis e sobretudo tocar “elulu” (alaridos em macua) para mobilização ao poder do homem, prejundicando nas suas actividades de subsistência?

Mais um caso de reflexão, foi um despacho do Ministro da Educação, em 2004. No despacho se impunha ou se impõe, pois que nunca ouvi que o fora revogado, que as raparigas grávidas deviam ser expulsas do curso diurno ou da escola.

Primeiro, nesse despacho não dizia nada sobre os rapazes que engravidam, provavelmente são em número superior se se pudessem detectá-los.

Segundo, a tal medida não tem em conta à situação dum grupo vítima do homem. Afinal quem engravida as raparigas? Entre elas é que não. Então, porquê penalizar à vitima?

Terceiro, a medida não deu/dá conta que prejudica a toda uma sociedade. Parece que até hoje, nós homens não entendemos que o combate à pobreza absoluta passa primeiro pela educação da mulher ou usando uma expressão mais simples que o combate ao analfabetismo passa primeiro pela educação da mulher. Talvez podessemos provar os dois casos: um agregado familiar onde a mulher tem salário ou o contrário; um agregado familiar onde a mulher sabe ler ou o contrário.

É sem fundamento o argumento de que uma rapariga grávida na escola, constitue um escandâlo. Como professor e director de diferentes escolas já tive alunas grávidas e não escapei a aplicar a tal medida, embora na altura fosse informal, mas tive uma boa experiência em 1984, quando estando prestes a retirar da escola uma rapariga por motivos de gravidez, uma professora e irmã de caridade me aconselhou que a deixasse fazer os exames da sexta-classe. De facto, ninguém se sentiu escandalizado excepto umas duas pessoas que queriam usar ou abusar o poder para reduzir o número de moçambicanos e, em particular, de mulheres com o nível da sexta-classe.

Porém, dá para reconhecer que Moçambique não é dos piores países quanto à luta pela igualdade entre os homens e as mulheres. Em algumas áreas, por exemplo, na política, Moçambique é estatísticamente melhor que muitos países economicamente melhores como por exemplo a França, Estados Unidos da Ámérica, Itália e Portugal. Moçambique ocupa hoje o 100 lugar dos países com maior número de legisladores. Moçambique tem uma mulher Primeira-Ministra; Uma mulher chefe duma bancada parlamentar, ministras, governadoras, delegadas provinciais do principal partido da oposição, etc. Essas são coisas que orgulham a quem é pela igualdade em direitos entre homens e mulhres, de quem luta pela emancipação da mulher. Mas reconhecendo a importância da igualdade e das tarefas da mulher, temos ainda um caminho longo a percorrer. Nós temos que nos lembrar que os países que em termos gerais estão no topo, quanto ao número de mulheres no Parlamento (Ruanda, Suécia, Noruega, Finlândia, Dinamarca, Holanda, etc.,) trabalham ainda arduamente neste âmbito.

Para que o nosso esforço seja efectivo, repito, nós os homens temos que deixar as mulheres a decidirem por si, porque elas são maiores precisamente como nós somos; a nossa sociedade deve priorizar à educação da mulher, porque só ela [educação] lhe permite à verdadeira emancipação. Precisamos de sair da teoria de igualdade de direito entre homens e mulheres à prática. A questão de quotação em todos sectores vitais, sobretudo no governo e nos partidos deve estar na ordem do dia. A quotação é melhor na medida em que ela é meta claramente definida para atingir. A quotação torna-nos conscientes, sobretudo a nós, homens, que tantos lugares são para se ocuparem pelas mulheres. Há que notar que a questão de quotação não tem a ver se um partido é da esquerda ou da direita. Na Suécia e noutros países nórdicos, quase todos os partidos aplicam este método.

A emancipação e a libertação parecem sinónimos, mas as vezes há que pensar na mulher como um ser como o homem em que libertá-la estariamos a crer dizer que estava encurralada ou encarcelada o que é verdade aplicá-lo hoje em dia este termo. Portanto, a sua co-participação na tomada de decisão e partilha dos direitos é imperioso.
Ainda, a mulher é vulnerável em todas as situações sociais, as vezes provocados pelos homens. E o mundo nos tempos actuais assim como nos recuados tempos históricos a mulher é associada à uma diferença, patecendo assim de cuidados, as vezes associada com fraqueza. Os fenómenos naturais assim como sociais ela é a primeira vítima como vê nas fotos acima. (Acrescenta Mussa Raja)

Mais informacao obtenha neste endereco do Reflectindo sobre Mocambique
http://www. comunidademocambicana.blogspot.com/



Linchamento em Moçambique uma realidade para observar


Linchamento é um simbolo da degradação do relacionamento entre os actors sociais assim como politicos.

Não sou perito na área, mas urge-me então em postar, por simples razão, o aumento dessa prática em Moçambique nas zonas Sul e Centro como epicentros notáveis. Mesmo com várias sensibilizações dentro das instituições ecleasiásticas falo concretamente das igrejas. A sua dimensão está na situação de alerta. Este fenómeno outros relacionam com a questão do realcionamento entre as autoridades policiais com a população, enquanto vê este fenómeno como uma “degradação moral”. Para outros ainda relacionam este fenómeno com a revolta ou as revoltas em que nos últimos dias registaram-se em Moçambique, Maputo em particular, remetendo à este a mesma causa dos linchamentos.

Este fenómeno tem sido observado com olhos sociolólogicos pelo professor Carlos Serra em Moçambique. Ainda mais pode aumentar o seu conhecimento sobre o assunto no Diário de um Sociólogo: www.oficinadesociologia.blogspot.com

domingo, 10 de fevereiro de 2008

A revolta popular de Maputo: um despertar para alguns

A revolta popular de Maputo ocorrida no dia 05 de Fevereiro de 2008, marca um despertar para alguns que pensavam que o povo não está consciente.

Apesar deste fenómeno social, na sua realização no cenário encontramos os ditos infiltrados e malfeitores, talvez também os Xiconyocas usando as palavras antes do meu tempo, é assim como as revoltas e revoluções sao marcadas, há infiltrados com intensões pessoais e particulares deslocados de interesses da maioria se calhar, mesmo a revolução francesa dos Sanclothes houveram os infiltrados, assim como a revolta de Báruè.

Mas este assunto é bem abordado pelo Diario de um Sociólogo com professor Carlos Serra. Veja nos variados posts no: www.oficinadesociologia.blogspot.com

A caminho do Big Brother: o perigo da Informática

Esta temática é complexa, porque falar da informática remete-nos à um conjunto de elementos que estão associados a informática. Mas neste post pretendemos referenciar da informática na parte de utilizador da internet e os seus componentes.
A informática no seu todo, constitui um fenómeno dos últimos séculos. Os seus utilizadores são os bem aventurados, apesar deste ser um fenómeno que patece de análise espácio-temporalmente. Entretanto, nos últimos tempos, este tem sido uma agenda de muitos para conectar o mundo. A forma como é concebida difere de indivíduo para indivíduo, uns utilizam para fins comerciais, intertenimento e políticos enquanto outros para fins de carácter informativo que são na sua maioria os bloguistas, que por vezes dentro destes grupos há os blurbistas (do blurb palavra inglesa) e outros utilizam para a divulgacao da ciência.
O mundo caminha para o big brother como tem referenciado o professor Carlos Serra, onde corremos o risco de sermos controlado com a
informática até aos nossos passos com o nosso grande irmão. É assim como a informática e os seus utilizadores caminham. Esse caminho é ambíguo na sua subjectividade. Por um lado os que aproveitam para aceder ao mundo sobre a informação outros preocupam-se em usar este meio para transmitir informações do tipo blurb, ofensas ainda mais defamações, em nome da liberdade de expressão “mal entendidada”. Foi assim que um desconhecido tera colocado no You Tub imagens de defamação acerca de um professor. Este difundiu as imagens usando o sistema da Universidade de Dalhousie no Canadá mandando para cada professor, estudantes e funcionários. A informação continha imagens do professor e sua família, também um som pronográfico. Ademais no vídeo apresentava-se o comentário racista e defamatória sobre os muçulmanos. Ainda o desconhecido usava o nome do professor para mandar o vídeo ao corpo docente, estudantes e funcionários da Universidade. Numa entrevista ao professor sobre o caso, este declarava em não ter inserido o vídeo no You Tub. As hípoteses vão cada vez mais a cair na rede de conexão dos computadores da Universidade, enquanto para outros infere-se que o vídeo venha de um qualquer utilizador externo e um descontente. As autoridades consideram acto crime por defamação.

É assim como o big bother está a bater a porta, a informática alguns concebem para a malícia e outros para fins úteis.

Para mais informação veja no site da CAUT:
http://www.cautbulletin.ca/en_article.asp?id=369&section=198

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Angoche e o Sahara


Angoche e o Sahara, está postado no Angoche Parapato Oweto, veja e vá visitar!!!

O feminismo religioso mais uma revolução

Este é um tema sincrónico, as abordagens reflectem aquilo que é o actual cenário na questão do feminismo, concepções de Género e Relações do Género na partilha das oportunidades. Constitui inquietação desse minuncioso estudo o que está por detrás da onda de emergencia das organizações feministas religiosas. Portanto, feminismo é um movimento ideológico das mulheres que lutam pela igualdade de direitos. Esta igualdade que é o pão que por natureza devia ser partilhado em ambos os sexos. Esta proposição feminina remonta a tempos, mas durante muito tempo ficou escondido no sistema do mundo sem liberdade em ambos sexos. Com o contexto da “liberdade de expressão “ a mulher sentiu-se também a necesssidade de conquistar os seus direitos que a séculos estavam no cofre da verdade. Já no anos de 1960 que os pesquisadores feministas passam a desafiar o Judaísmo e o Cristianismo e mais tarde o islamismo. (GROSS, Rita, 1996). Essa viragem das pesquisas não passa de uma nova gama de mudanças da consciência a nível das instituições religiosas. A radicalização e a moderação destas estruturas religiosas tornam-se evidente. Enquanto a moderação de alguns na religião permite uma saída para afirmação e contestação das mulheres. Esse cenário notou-se em várias religiões e seitas. A afirmação das mulheres muçulmanas e as cristãs permitiu a essas, a criação de movimentos como meio de salvaguarda dos seus direitos, a liga feminina islâmica nos EUA, Egipto, e outros países do mundo são referência dessa afirmação. Na minha assumpção, esses movimentos seguem uma conjuntura da realidade em que as religiões encontram-se numa deterioração dos valores simbólicos e morais dos praticantes. Esses vivendo num contexto social em que a mulher é vinculada a tarefas específicas para servir ao homem, cuja esse enveredando o machismo esquece dos perceitos religiosos, partindo de pressuposto que os movimentos feministas religiosas não reivindicam sómente a posição nas catedrais e nas mesquitas mas também a posição política, mesmo que as relações de género definidas como um conjunto de referências que estruturam a percepção e a organização simbólica da vida social referências essas, que fazem um controle do acesso aos recursos de maneira diferenciada. (Scott, 1989).

Contudo, a revolução feminista religiosa centra-se nos seguintes aspectos:
O contexto da insserção das mulheres na vida social, económica e política
O colapso moral dos praticantes religiosos

(Prometemos trazer mais argumentos sobre o assunto)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Moçambique a caminho de Hollywood!!!!!!!!!

Depois do B C M, Banco Austral e outros casos do dinheiro. Moçambique pode ser apurado para palco de filmes do genero.
Os actores tambem são os clássicos diplomatas e endinheirados de sempre. Mais um caso abortado de desfalque de seis milhões de dólares? Veja no Diario de um Sociologo, http://www.oficinadesociologia.blogspot.com/
Veja tambem outros posts muito interessantes e tristes sobre o caso de crianças no camião.

Dança das bananeiras em Sanga, Niassa-Moçambique

A Dança das bananeiras em Niassa, Moçambique alusivo a temporada de ritos de iniciacao masculina.
video
A participação das mulheres e homens marca um momento mais divertido. As vezes o evento tem se realizado no periodo da tarde e ao pôr do sol. Passam casa em casa a dançar.

(A imagem fornecida pela Ariana Fogelman e Julio Mercader, com mais informação contacte www.ucalgary.ca/mercader)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Angoche não é sómente a história!


Angoche não é sómente a história, também é uma zona para turismo cultural, segundo este blog dos angochianos. Dá para visitar!

Com mais detalhes veja neste blog

www.parapatooweto.blogspot.com

Este tem por objectivo divulgar o potencial de Angoche em diferentes vertentes.

Diario de um Sociologo publicou um post com o titulo:

Alerta: reassentados em Mopeia recebem farinha de milho misturada com diesel

Ainda patece de pesquisas para apurar a verdade, veja no Diario de um Sociologo,

www.oficinadesociologia.blogspot.com/

Tambem tem outros artigos interessantes para ler e considera-los

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Obama e Ossama uma agenda B

A campanha eleitoral nos EUAs ganha lucidez graças à duas figuras: Obama e Hillary Clinton, por um lado a questão da raça e outro lado a equidade de genero na política. Não é o propósito deste post, pretendo com este, dar um olhar especulativo daquilo que será agenda B, quando o afro-americano Obama que nestes últimos dias ganhou mais vontade e energia de continuar neste play game político, a vitória no South Carolina e aderência no seu website e o encorajamento fizeram mais um homem que ameaça aos que tem medo de Ossama Bin Laden em que logo no início deste jogo político, alguns confundiram-no com Ossama a mas ultrapassou por causa deste não ter barba e turbande. Alguém questionava aqui em Calgary, "este Obama não é Ossama?",.
A minha questão é, Estados Unidos da América constitui referência nos tempos modernos pelas as suas acções intervencionistas. Entretanto, nas campanhas tanto do Bush nas eleicoes anteriores e essas eleicoes para o caso desses republicanos e democratas, não cantam (vam) o hino de intervenção nas suas campanhas. Talvez quando ganhar ser do mesmo estilo de Bush que esqueceu dos problemas internos. Não será o mesmo com Obama? Ainda que o confundem com Ossama, este tem uma agenda B ou não para tratar do assunto intervenção e ditadura moderna.

Então se Ossama está contra George W. Bush e o seu governo, será que este não vai criar laços fortes com Obama e reactivar a amizade histórica que este teve com os EUAs nos passados tempos?

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Africa para os africanos e o Canadá para todos

Canadá é um país em que se insere na história do mundo Ocidental, por razões geográficas. Enquanto a África, um continente em que o mundo dos sábios pesquisadores, exploram o seu aparato histórico, sócio-cultural. Essa curiosidade surge no âmbito do considerado "continente exótico" no contexto civilizacional.
Recuando para os tempos do protonacionalismo africano encontramos alguns ditos como a de Marcus Garvey, onde inspirando-se nas teorias rácicas e protonacionalistas clamava o retorno do negro ao seu continente que é Africa. O que de certa maneira Garvey, situava questão raça e espaço. O negro para África e o branco para Europa, América e mais. Garvey tinha por objectivo com a ideia "volta para África" o afastamento dos europeus para fora deste continente, significava uma vitória para autoridade dos africanos. Com o seu Movimento UNIA-Universal Negro Improvement Association, fundada ou consolidada em 1914, Garvey conseguiu mobilizar uma maça de negros africanos para uma consciência africanista. Apesar de ser um movimento nacionalista rácica, este venerava alguns elementos eclesiásticos que serviram como ferramentas morais para a mobilizacão e construção de uma pequena elite educada em África, principalmente na África Austral.
No contexto actual, a situacao mudou tanto africana assim como, dos americanos onde a ideia da América para os americanos está enterrada nas lixeiras das bibliotecas ocidentais e nas conservada nas bibliografias ditas “história universal”. Notando-se um boom de circulação para intercâmbio sócio-cultural, económico e até político devido a vários factores como: a globalização, políticos e sócio-económicos. O Canadá, não é excepção, onde se cruzam diferentes grupos sociais, culturais, rácicos, étnicos e religiosos. A liberdade, o respeito à integridade individual assim como, a colectiva são as características mais notável do dia-a-dia. O africano, chinês, japonês, árabe, e muito mais, respeitam esses preceitos do país. Conferindo com os dados do Censo realizado em 2001 os Canadenses ocupam 39,42%, o resto são diferentes etnias. Entretanto, o lado da África o caso de Mocambique onde nos últimos tempos tem registado a presenca de diferentes grupos estrangeiros muitos mais Orientais, e uma circulação de muitos africano vindos dos países dos Grandes Lagos leva a crer que há uma nova dinámica no continente africano. Alguns líderes o caso do Khadafi no seu radicalismo africano clama sobre autoridade dos africanos no seu continente. O que é de louvar, porque no mundo fora deste continente, onde a circulacao de pessoas é livre, há respeito na integridade individual e colectiva, o que não se verifica no continente africano onde a chefia desse continente está em duas mãos, isto é, a divisão do poder de decisão está nas autordades de doação e o governo interno. Assim, directa ou indirectamente contribui para a pobreza psicológica. Não sou apologista de colaboração unilateral africana e interna, mas h’a que repensar na colaboração externa, a circulação de pessoas tendo em conta os preceitos Estaduais, havendo assim, o respeito a integridade individual e colectiva, o respeito à lei como acontece no Canadá.

(Episódios daquilo que vivi e vivo)
Este é meu ponto de vista pode sofrer de crítica ou acréscimo das ideias. Ainda mais pode ser rectificado quando houver um equívoco.
Mussa Raja

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Julio Mercader, Record dos Recordados

Este post pretendo mencionar a figura de um arqueólogo africanista, em que a minha pessoa admira por várias razões: Primeiro a forma de trabalhar e encarar a arqueologia em África, explicando-se pela forma de interacção com as comunidades locais, os pontos de vistas mais cientificadas, as abordagens mais moderadas e descobertas em que esse senhor teve nos últimos tempos. Julio Mercader, trabalha em Mocambique desde 2003 em Arqueologia da Idade da Pedra Média, director de um projecto arqueológico e cultural, afasta-se do ocidentalismo em termos de abordagens. O mencionar aqui neste post, enquadra-se nas minhas inquietações científicas ainda como curiosidade. As ciências sociais no geral o HOMEM é partilhado como objecto de estudo. Entretanto, essa partilha as vezes transcende a objecto indo mais para a forma como adquirir esse objecto, remetendo-se neste caso na metodologia. Arqueologia e Antropologia para o caso das Universidades americanas não disjunção, daí que o Mercader viajando neste dilema as vezes transforma-se num autêntico antropólogo. Recentemente, Mercader publicou um artigo que aborda do Chimpanzee e uso de pedra a 4. 300, fazendo assim, uma parte de record de 2007 em arqueologia.

(Autorizado por Mercader, www.ucalgary.ca/mercader)

Mussa Raja

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

A musica uma questao para responder

Por: Mussa Raja

Qual seria o essencial da musica? Sera que gostamos da musica ou do musico.
Qual seria o proveito da musica nacional ou regional continental ou ou...?

Essa questao aparece no momento em que muitos tentam reconquistar a sua identidade via musica. Muito certo.
A musica de Salif Keita, e outros musicos africanos sao exemplos.
Convido caro amigo leitor para comentarios

A viagem e o seu proveito simbolico

Por: Mussa Raja

O proveito de alguem, estudante ou ou ... que viaja para um determinado lugar de ferias, passeios e mais. Merece identificar o aparato socio-cultural local, se tiver museus visita-los, ir ao cinema, conhecer novas caras , interaccao de conhecimentos, bibliotecas, comer comida local mais representativa, ir a shoppings se tiver, a praia, ao teatro se existir e outros
Que caro leitor pode acrescentar

Democracia ou Capitalocracia?

Este título aparece como uma questão, mas na realidade devia ser afirmação, justifica-se pela forma como o conceito democracia mudou e da forma como esta é encarada pelos detentores do poder do dinheiro. Dos dados que até agora o mundo utliliza para definir a Democracia são recorridos na Idade Clássica Ocidental, onde a Atena ocupa uma posição extrema na referência deste fenômeno político. Aceita-se a dinâmica que este ganhou nos períodos históricos até ao nosso tempo. Como dizia Camões “mudam-se os tempos, as vontade (...) todo mundo é composto de mudanças.” A democracia que é o poder do povo, virou para o poder dos ricos que comandam a política, estatisticamente falando são a minoria.
No contexto geral, a questão da democracia nos últimos tempos é discutível, seja qual espaço fôr, países africanos, europeus, americanos e asiáticos, a liberdade, o poder de escolher a quem o povo apetece, está sendo manipulado pelos jogadores de política. Esses atletas quando aproximam as eleições transformam-se em milionários, entram no campo onde esses acabam todos vocábulos que tem a ver com as promessas. Quando ganham ou perdem o jogo viram de inimigos da massa. Ainda outros reclamam votos contra o árbitro que virou moda em todo mundo. Esperamos nos EUAs este ano com Obama, Clinton, Edwards, ou os republicanos. Quando alguns ganham se não estão na linha dos detentores do poder de dinheiro, pode sofrer de sansões até ser retirado com apoio de rebeldes. Recentemente a BBC, CNN apreesntava o caso de South Carolina onde as máquinas de votação não estão a funcionar bem, alguns jornalistas colocando no rodapé do televisor “a democracia está ameaçada”, essa é a forma como a democracia no mundo moderno é vista. Não é o povo quem decide, mas pura e simplesmente um pequenito grupo de pessoas que aproveitam da inocência de alguns para manipular o sistema.

É assim a vida dos políticos e politica na actualidade

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Universidades, Diversidades e Massificacao

Por: Mussa raja

Universidade é o centro de conhecimento adquirido. Esse centro é de longo tempo histórico na sua gênese. Recuando para os tempos da escolásticas onde a educação tinha vertentes direccionais como: Espirituais e Científicos (podia ser profissionais ou científicos). No tempo contemporrâneo, o mundo conheceu uma nova dinâmica das universidades. Essa mudança verifica-se na diversidade e na massificação.
É neste contexto, que esse texto tem por objectivo problematizar, acima de tudo provocar aos que gostam de abordar esse assunto.
Partindo de pressuposto, que estas universidades diversas e massificadas já tem uma nova imagem que se relaciona com a quantificação para além da qualificação (quantidade para além da qualidade).
Ademais, argumento estende-se a conteudos dessas universidades. Assim, levanta-se a seguinte questão: De que maneira essas universidades diversificadas e massificadas vão responder as questões do mundo científico da geração daqui a cem anos?
O mundo actual vive no meio de Colégios, Academias Superiores, Escolas Superiores e Universidades (parecem diferentes) mas tem o mesmo objectivo, que é de formar o homem no ensino superior para “responder o mercado o que virou moda”. Portanto, para além das universidades estatais ja há muitas universidades privadas que é de louvar. Entretanto, a massificação não acompanha com a evolução do conteúdo. Em algumas universidades a massificação constitui uma economia para o país ou para a instituição e os chefes, istoe e, quanto mais estudantes tiver uma certa univeridade, maior é doação do padrão FMI e, maior é divisa no cofre da universidade. Assim, a vida das universidades vai indo ao abismo e esquecendo que a universidade tem por objectivo de formar o homem academica e socialmente competente, despindo o sensu comum e duvidando tudo para alcançar a verdadeira verdade. Com a massificação é possível alcançar essa verdade, mas não é com essa massificação que se plantou nos economicistas sem acompanhar com análise do conteúdo e seguimento dos passos a passo que nem o big brother referido pelo Carlos Serra na sala de aula em 2006, Maputo. Essa forma de seguimento de passos pode cair no risco de perdermos quadros nas universidades porque alguns de cientistas sao politicizados, e ainda algumas universidades são centros de produção de políticos sem se aperceberem.
As universidades politicizadas, cientistas não digo. Contudo, as universidades normalmente deviam ser instituições independentes com decisões próprias. O impacto disto encontramos na formacão de quadros incompetentes, corruptos e hipocritas.
A presseguição do diploma para o emprego não é só questao de África ou africana, nem esse discurso não é sómente fenómeno africano, tambem noutro mundo acontece, isto é, o mundo Ocidental e Oriental. A história triste é o que vivi aqui numa das cidades de Canadá, Calgary onde um jovem recém graduado de geografia não sabia situar geograficamente no mapa o meu pais Mocambique, ainda os colegas dele pensavam que Moçambique meu país esta na América do Sul..(Que triste história!)
Atenção não estou contra a massificação e sei que ninguem vai aparecer neste mundo de competição e concorrências a negar a ideia da diversidade e massificação das universidades. Mas, o problema reside na qualidade.
Também, o mundo conheceu a universidade como centro da moral. As universiades de alguns países virou de centro de anarquias a partir de aluno para docente, ainda centros de amoral.
Termino aplaudindo a forma como algumas universidades, consideram o que é universidade.

(Este texto está sujeito a críticas, e prometo trazer mais sobre o assunto podendo ressalvar alguns pontos e recorrigi-los dependendo do quotidiano e posteriores correcções de caros leitores).