quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Moçambique a caminho de Hollywood!!!!!!!!!

Depois do B C M, Banco Austral e outros casos do dinheiro. Moçambique pode ser apurado para palco de filmes do genero.
Os actores tambem são os clássicos diplomatas e endinheirados de sempre. Mais um caso abortado de desfalque de seis milhões de dólares? Veja no Diario de um Sociologo, http://www.oficinadesociologia.blogspot.com/
Veja tambem outros posts muito interessantes e tristes sobre o caso de crianças no camião.

Dança das bananeiras em Sanga, Niassa-Moçambique

A Dança das bananeiras em Niassa, Moçambique alusivo a temporada de ritos de iniciacao masculina.
video
A participação das mulheres e homens marca um momento mais divertido. As vezes o evento tem se realizado no periodo da tarde e ao pôr do sol. Passam casa em casa a dançar.

(A imagem fornecida pela Ariana Fogelman e Julio Mercader, com mais informação contacte www.ucalgary.ca/mercader)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Angoche não é sómente a história!


Angoche não é sómente a história, também é uma zona para turismo cultural, segundo este blog dos angochianos. Dá para visitar!

Com mais detalhes veja neste blog

www.parapatooweto.blogspot.com

Este tem por objectivo divulgar o potencial de Angoche em diferentes vertentes.

Diario de um Sociologo publicou um post com o titulo:

Alerta: reassentados em Mopeia recebem farinha de milho misturada com diesel

Ainda patece de pesquisas para apurar a verdade, veja no Diario de um Sociologo,

www.oficinadesociologia.blogspot.com/

Tambem tem outros artigos interessantes para ler e considera-los

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Obama e Ossama uma agenda B

A campanha eleitoral nos EUAs ganha lucidez graças à duas figuras: Obama e Hillary Clinton, por um lado a questão da raça e outro lado a equidade de genero na política. Não é o propósito deste post, pretendo com este, dar um olhar especulativo daquilo que será agenda B, quando o afro-americano Obama que nestes últimos dias ganhou mais vontade e energia de continuar neste play game político, a vitória no South Carolina e aderência no seu website e o encorajamento fizeram mais um homem que ameaça aos que tem medo de Ossama Bin Laden em que logo no início deste jogo político, alguns confundiram-no com Ossama a mas ultrapassou por causa deste não ter barba e turbande. Alguém questionava aqui em Calgary, "este Obama não é Ossama?",.
A minha questão é, Estados Unidos da América constitui referência nos tempos modernos pelas as suas acções intervencionistas. Entretanto, nas campanhas tanto do Bush nas eleicoes anteriores e essas eleicoes para o caso desses republicanos e democratas, não cantam (vam) o hino de intervenção nas suas campanhas. Talvez quando ganhar ser do mesmo estilo de Bush que esqueceu dos problemas internos. Não será o mesmo com Obama? Ainda que o confundem com Ossama, este tem uma agenda B ou não para tratar do assunto intervenção e ditadura moderna.

Então se Ossama está contra George W. Bush e o seu governo, será que este não vai criar laços fortes com Obama e reactivar a amizade histórica que este teve com os EUAs nos passados tempos?

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Africa para os africanos e o Canadá para todos

Canadá é um país em que se insere na história do mundo Ocidental, por razões geográficas. Enquanto a África, um continente em que o mundo dos sábios pesquisadores, exploram o seu aparato histórico, sócio-cultural. Essa curiosidade surge no âmbito do considerado "continente exótico" no contexto civilizacional.
Recuando para os tempos do protonacionalismo africano encontramos alguns ditos como a de Marcus Garvey, onde inspirando-se nas teorias rácicas e protonacionalistas clamava o retorno do negro ao seu continente que é Africa. O que de certa maneira Garvey, situava questão raça e espaço. O negro para África e o branco para Europa, América e mais. Garvey tinha por objectivo com a ideia "volta para África" o afastamento dos europeus para fora deste continente, significava uma vitória para autoridade dos africanos. Com o seu Movimento UNIA-Universal Negro Improvement Association, fundada ou consolidada em 1914, Garvey conseguiu mobilizar uma maça de negros africanos para uma consciência africanista. Apesar de ser um movimento nacionalista rácica, este venerava alguns elementos eclesiásticos que serviram como ferramentas morais para a mobilizacão e construção de uma pequena elite educada em África, principalmente na África Austral.
No contexto actual, a situacao mudou tanto africana assim como, dos americanos onde a ideia da América para os americanos está enterrada nas lixeiras das bibliotecas ocidentais e nas conservada nas bibliografias ditas “história universal”. Notando-se um boom de circulação para intercâmbio sócio-cultural, económico e até político devido a vários factores como: a globalização, políticos e sócio-económicos. O Canadá, não é excepção, onde se cruzam diferentes grupos sociais, culturais, rácicos, étnicos e religiosos. A liberdade, o respeito à integridade individual assim como, a colectiva são as características mais notável do dia-a-dia. O africano, chinês, japonês, árabe, e muito mais, respeitam esses preceitos do país. Conferindo com os dados do Censo realizado em 2001 os Canadenses ocupam 39,42%, o resto são diferentes etnias. Entretanto, o lado da África o caso de Mocambique onde nos últimos tempos tem registado a presenca de diferentes grupos estrangeiros muitos mais Orientais, e uma circulação de muitos africano vindos dos países dos Grandes Lagos leva a crer que há uma nova dinámica no continente africano. Alguns líderes o caso do Khadafi no seu radicalismo africano clama sobre autoridade dos africanos no seu continente. O que é de louvar, porque no mundo fora deste continente, onde a circulacao de pessoas é livre, há respeito na integridade individual e colectiva, o que não se verifica no continente africano onde a chefia desse continente está em duas mãos, isto é, a divisão do poder de decisão está nas autordades de doação e o governo interno. Assim, directa ou indirectamente contribui para a pobreza psicológica. Não sou apologista de colaboração unilateral africana e interna, mas h’a que repensar na colaboração externa, a circulação de pessoas tendo em conta os preceitos Estaduais, havendo assim, o respeito a integridade individual e colectiva, o respeito à lei como acontece no Canadá.

(Episódios daquilo que vivi e vivo)
Este é meu ponto de vista pode sofrer de crítica ou acréscimo das ideias. Ainda mais pode ser rectificado quando houver um equívoco.
Mussa Raja

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Julio Mercader, Record dos Recordados

Este post pretendo mencionar a figura de um arqueólogo africanista, em que a minha pessoa admira por várias razões: Primeiro a forma de trabalhar e encarar a arqueologia em África, explicando-se pela forma de interacção com as comunidades locais, os pontos de vistas mais cientificadas, as abordagens mais moderadas e descobertas em que esse senhor teve nos últimos tempos. Julio Mercader, trabalha em Mocambique desde 2003 em Arqueologia da Idade da Pedra Média, director de um projecto arqueológico e cultural, afasta-se do ocidentalismo em termos de abordagens. O mencionar aqui neste post, enquadra-se nas minhas inquietações científicas ainda como curiosidade. As ciências sociais no geral o HOMEM é partilhado como objecto de estudo. Entretanto, essa partilha as vezes transcende a objecto indo mais para a forma como adquirir esse objecto, remetendo-se neste caso na metodologia. Arqueologia e Antropologia para o caso das Universidades americanas não disjunção, daí que o Mercader viajando neste dilema as vezes transforma-se num autêntico antropólogo. Recentemente, Mercader publicou um artigo que aborda do Chimpanzee e uso de pedra a 4. 300, fazendo assim, uma parte de record de 2007 em arqueologia.

(Autorizado por Mercader, www.ucalgary.ca/mercader)

Mussa Raja

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

A musica uma questao para responder

Por: Mussa Raja

Qual seria o essencial da musica? Sera que gostamos da musica ou do musico.
Qual seria o proveito da musica nacional ou regional continental ou ou...?

Essa questao aparece no momento em que muitos tentam reconquistar a sua identidade via musica. Muito certo.
A musica de Salif Keita, e outros musicos africanos sao exemplos.
Convido caro amigo leitor para comentarios

A viagem e o seu proveito simbolico

Por: Mussa Raja

O proveito de alguem, estudante ou ou ... que viaja para um determinado lugar de ferias, passeios e mais. Merece identificar o aparato socio-cultural local, se tiver museus visita-los, ir ao cinema, conhecer novas caras , interaccao de conhecimentos, bibliotecas, comer comida local mais representativa, ir a shoppings se tiver, a praia, ao teatro se existir e outros
Que caro leitor pode acrescentar

Democracia ou Capitalocracia?

Este título aparece como uma questão, mas na realidade devia ser afirmação, justifica-se pela forma como o conceito democracia mudou e da forma como esta é encarada pelos detentores do poder do dinheiro. Dos dados que até agora o mundo utliliza para definir a Democracia são recorridos na Idade Clássica Ocidental, onde a Atena ocupa uma posição extrema na referência deste fenômeno político. Aceita-se a dinâmica que este ganhou nos períodos históricos até ao nosso tempo. Como dizia Camões “mudam-se os tempos, as vontade (...) todo mundo é composto de mudanças.” A democracia que é o poder do povo, virou para o poder dos ricos que comandam a política, estatisticamente falando são a minoria.
No contexto geral, a questão da democracia nos últimos tempos é discutível, seja qual espaço fôr, países africanos, europeus, americanos e asiáticos, a liberdade, o poder de escolher a quem o povo apetece, está sendo manipulado pelos jogadores de política. Esses atletas quando aproximam as eleições transformam-se em milionários, entram no campo onde esses acabam todos vocábulos que tem a ver com as promessas. Quando ganham ou perdem o jogo viram de inimigos da massa. Ainda outros reclamam votos contra o árbitro que virou moda em todo mundo. Esperamos nos EUAs este ano com Obama, Clinton, Edwards, ou os republicanos. Quando alguns ganham se não estão na linha dos detentores do poder de dinheiro, pode sofrer de sansões até ser retirado com apoio de rebeldes. Recentemente a BBC, CNN apreesntava o caso de South Carolina onde as máquinas de votação não estão a funcionar bem, alguns jornalistas colocando no rodapé do televisor “a democracia está ameaçada”, essa é a forma como a democracia no mundo moderno é vista. Não é o povo quem decide, mas pura e simplesmente um pequenito grupo de pessoas que aproveitam da inocência de alguns para manipular o sistema.

É assim a vida dos políticos e politica na actualidade

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Universidades, Diversidades e Massificacao

Por: Mussa raja

Universidade é o centro de conhecimento adquirido. Esse centro é de longo tempo histórico na sua gênese. Recuando para os tempos da escolásticas onde a educação tinha vertentes direccionais como: Espirituais e Científicos (podia ser profissionais ou científicos). No tempo contemporrâneo, o mundo conheceu uma nova dinâmica das universidades. Essa mudança verifica-se na diversidade e na massificação.
É neste contexto, que esse texto tem por objectivo problematizar, acima de tudo provocar aos que gostam de abordar esse assunto.
Partindo de pressuposto, que estas universidades diversas e massificadas já tem uma nova imagem que se relaciona com a quantificação para além da qualificação (quantidade para além da qualidade).
Ademais, argumento estende-se a conteudos dessas universidades. Assim, levanta-se a seguinte questão: De que maneira essas universidades diversificadas e massificadas vão responder as questões do mundo científico da geração daqui a cem anos?
O mundo actual vive no meio de Colégios, Academias Superiores, Escolas Superiores e Universidades (parecem diferentes) mas tem o mesmo objectivo, que é de formar o homem no ensino superior para “responder o mercado o que virou moda”. Portanto, para além das universidades estatais ja há muitas universidades privadas que é de louvar. Entretanto, a massificação não acompanha com a evolução do conteúdo. Em algumas universidades a massificação constitui uma economia para o país ou para a instituição e os chefes, istoe e, quanto mais estudantes tiver uma certa univeridade, maior é doação do padrão FMI e, maior é divisa no cofre da universidade. Assim, a vida das universidades vai indo ao abismo e esquecendo que a universidade tem por objectivo de formar o homem academica e socialmente competente, despindo o sensu comum e duvidando tudo para alcançar a verdadeira verdade. Com a massificação é possível alcançar essa verdade, mas não é com essa massificação que se plantou nos economicistas sem acompanhar com análise do conteúdo e seguimento dos passos a passo que nem o big brother referido pelo Carlos Serra na sala de aula em 2006, Maputo. Essa forma de seguimento de passos pode cair no risco de perdermos quadros nas universidades porque alguns de cientistas sao politicizados, e ainda algumas universidades são centros de produção de políticos sem se aperceberem.
As universidades politicizadas, cientistas não digo. Contudo, as universidades normalmente deviam ser instituições independentes com decisões próprias. O impacto disto encontramos na formacão de quadros incompetentes, corruptos e hipocritas.
A presseguição do diploma para o emprego não é só questao de África ou africana, nem esse discurso não é sómente fenómeno africano, tambem noutro mundo acontece, isto é, o mundo Ocidental e Oriental. A história triste é o que vivi aqui numa das cidades de Canadá, Calgary onde um jovem recém graduado de geografia não sabia situar geograficamente no mapa o meu pais Mocambique, ainda os colegas dele pensavam que Moçambique meu país esta na América do Sul..(Que triste história!)
Atenção não estou contra a massificação e sei que ninguem vai aparecer neste mundo de competição e concorrências a negar a ideia da diversidade e massificação das universidades. Mas, o problema reside na qualidade.
Também, o mundo conheceu a universidade como centro da moral. As universiades de alguns países virou de centro de anarquias a partir de aluno para docente, ainda centros de amoral.
Termino aplaudindo a forma como algumas universidades, consideram o que é universidade.

(Este texto está sujeito a críticas, e prometo trazer mais sobre o assunto podendo ressalvar alguns pontos e recorrigi-los dependendo do quotidiano e posteriores correcções de caros leitores).

A MULHER E A INJUSTICA DOS HOMENS

Por: Mussa Raja
A mulher assim como o homem são parceiros neste planeta terra, onde a partilha do existente neste devia ser de forma igual. Entretanto, o mundo conheceu um comando de injustos os consagrados machistas. Homens, desde os tempos que não sei como estimar, talvez recorrendo o Potassio Argon (o conhecido na quimica como K/A) ou recorrendo outros meios arquelógicos para trazer datas exactas de quanto e quando o homem injustiçou a mulher.
A injustiça plantada no seio deste gênero até certa medida influencia para o desenvolvimento sustentável de um povo qualquer.
O nosso passado e nosso quotidiano mostram quão sofrimento a mulher foi e é submetida, algumas submetidas a actos como cuidar da casa como guardas, sómente para servir aos homens, cuidar dos filhos. Ainda mais como um instrumento de adorno.
Noutras sociedades a mulher foi usada nas cerimônias tradicionais como alvo de apostas, onde convidavam ou convidam cem mulheres para cerimônias, no final desta voltam para famílias dez mulheres, porque as noventa mulheres foram ganhas ou mortas. (Que triste história!)
Ademais, outras sociedades, a mulher deve trabalhar para os familiares, cuidar de tudo fazendo trabalhos duros em detrimento do homem.
Este overview como dizem os ingleses, ainda é superada pela situação do pós modernismo, onde actualmente o homem continua a demonstrar o seu machismo e injustiça diante a mulher. Para além de sequestros e a violência doméstica em que as mulheres estatisticamente são vítimas na sua maioria, há que refenciar da desigualdade nas oportunidades e na partilha do pão. Portanto, no mundo as mulheres ocupam percentagens cimeiras, isto é, são a maioria em relação aos homens, mas isso não se reflecte nos postos de trabalho, sectores da educação e mais. Essa situação é global até para os países desenvolvidos. Essa, pode ser por causa de sectores de tomada de decisão onde estão ocupados pelo homem, em que este monopoloizando e criando guerras invisíveis para mulheres invisíveis como diz Benigna Zimba (2003) manipula o sistema e determina a posicao da mulher.
Na minha visão, se no mundo houvesse partilha de ideias, das oportunidadaes entre esses actores do teatro do mundo (HOMEM e MULHER), não haveria desleixo de problemas e catástrofes económicos provocados pelas decisões unilaterais.As vezes encontramos na mulher um potencial ou varios potenciais que residem nelas que se presumem na atenção, no cuidado, na paciência e mais outros atributos. Esses potenciais ajudam resolver problemas internos dentro da família no mundo em que a mulhere tem voz, o que de certa maneira essas se fossem inclusas na partilha de tomada de decisoes seria uma ideal.
(Quem cai no papo contra, comente e argumente. Este texto não é dogmático. Prometemos trazer mais textos sobre a matéria)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

EXEMPLOS CARLOS SERRA E GERHARD LIESEGANG

Por: Mussa Raja

Neste meu blogspot nao podia ser acessado ou mandar muitas mensagens sem mencionar as duas figuras importantes e que sao exemplos na pesquisa na area de ciencias sociais e humanas na Universidade Eduardo Mondlane. Gracas a eles, mesmo que eles nao reconhecam quem sou, estou nessa fome de continuar a pesquisar e a ler mais, gracas a eles estou a corrigir os meus erros na ciencia da historia e outras disciplinas de ciencias sociais em que estou a me dedicar apesar de ter outros erros que sao marcas tradicionais de todo estudante. Gracas principalmente a Professor Catedratico Carlos Serra, que abri recentemente um blog na internet aqui em Canada para exprimir minhas ideias, salvar meus apontamentos da faculdade, os seus incentivos Carlos Serra tanto na sala de aula assim como nas suas publicacoes estao a valer nos meus ossos e induziram a ter mais fome na pesquisa incasavelmente, procurar e indagar constituem meus planos.
A figura de Professor Gerhard Liesesgang, em que a minha vinda aqui nas terras de gelo e neve Canada, o ultimo adeus da Universidade para o ano 2007 foi dele que se seguiu de conselhos e encorajamento para melhorar e aumentar mais esforco na pesquisa em arqueologia. Nao estou a fazer prefacio, mas e verdade o que estou a dizer, porque nao tenho outra maneira de exprimir para alem dessa forma. Liesegang, despertou-me quando eu era um caloiro na Universidade Eduardo Mondlane, atraves do seu conhecimento em diferentes areas, que ate certo ponto parece biblioteca movel (passo a expressao). A forma de ver as coisas e encarar a ciencia sao as caractersticas deste sabio, para alem da interacaco com os estudantes.
O conhecimento nao e dogma e nem estagnacao, todos teem a capacidade de pesquisar mas o essencial como diz Carlos Serra e despir o medo, o sensu comum que todos vivem, procurar aprofundar a verdade indagando-a.
Carlos Serra e Gerhard Liesegang sao exemplos estatisticamente como uma amostra em que na minha optica merecem ser referenciados no seculo XX e XXI em Mocambique assim como Africa no geral.
De facto a Universidade Eduardo Mondlane possui varios cientistas em diferentes areas, que merecem tambem elogios e encorajamento. O mencionar neste blog ainda nesta mensagem constiuiria um guiao e um livro de cientsitas o que acaretaria tempo para tal apesar de seu lado bom.
Termino dizendo que esses exemplos merecem um premio Nobel de cientistas.
Saudacoes de Mussa Raja

ESTAGNACAO CIENTIFICA OU REFLEXAO CIENTIFICA?

Por: Mussa Raja
Estagnacao cientifica ou reflexao Cientifica?


O mundo la vai usando a historia da Idade Media como referencia do uso do termo estagnacao cientifica. Na realidade a estagnacao houve, embora haja apologistas de nao uso do termo estagnacao. O mundo conheceu a idade media, com seu modo de producao predominante feudal. Moralmente as pessoas viviam nos sagrados mosteiros, a vida religiosa comandava os interesses politicos e sociais ate mesmo os economicos. O tempo se foi, o feudo e seu feudalismo arrastado e enterrado na historia do mundo principalmente o mundo europeu, substituido pelo moderno. O renascimento reconquista o passado classico mas com certos acrescimos modernos.
O tempo ensina-nos a dinamica do mundo e das coisas. Actualmente quando penso nisso recordo-me dos dizeres do Tito Livio, que a historia e ciclica. Entretanto, mesmo negado que seja, essa ideia as vezes vale, na analise da dinamica do mundo e das coisas. Refiro-me da estagnacao cientifica e descobertas cientificas em que vivemos no quotidiano. Diarimente, passa-nos de vista milhares de graduados nas academias cientificas, mas nada de descobertas que esses trazem eu tambem estou no grupo. A inversao do cientista para leitor e citador as vezes copy paste que virou moda nas universidades modernas principalmente para estudantes, inquieta-me "sera que nao estamos na idade media, mas com diferencas de modo de producao ou o que se passa ha uma reflexao cientifica". Nao encontro a resposta aplausivel para me convencer, recuo para as recentes descobertas que as vezes nao passam de continuidade do que foi abordado pelo Einstein, Lamark, Darwin, Socrates, Hipocrates, Aristoteles, Pitagoras, Camoes, Jean Piaget, e mais outros que descrevendo aqui farei livros de sabios.
A minha inquietacao nao e vaga, a minha volta nao vejo nada fora de cientistas sociais e naturais, exactas e mais. Radio, Televisao e outros meios de comunicacao nao me separam, mas nunca de recentes descobertas. Depois da descoberta do SIDA, faz-me me lembrar e viajar para os tempos dos sabios que mencionei acima e convido para descobrir a cura desta doenca, talvez esses sao os bem aventurados e sucedidos.
Nao deixaria de lamentar para os cientistas economicistas e vendedores da ciencia que ainda exibem o nome da ciencia, questiono-os se estamos a reflectir ou estamos na estagnacao? Nao sei se tenho companheiro nessa ideia?
Nao deixo de felicitar tambem aos cientistas sociais na sua maioria dedicados para trazer algo novo e resolucao dos problemas que enfermam qualquer sociedade, apesar de muita citacao e copy paste. Neste grupo ha aqueles que sao os mais aventutrados e que merecem elogios.
Contudo, a estagnacao reside no murchamento de trazer algo novo em torno das ciencias. As pesquisas dia e noite sao feitas, sao projectos cientificos que estao em espacos diferentes para trazer algo novo.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

ISTO DE AMOR

Por: Mussa Raja

Isto de Amor

Isto de amor, constitui o inicial desta pequenita escritura. Nao pretendo confrontar com as definicoes classicas e medievais, porem, pretendo definir o termo AMOR da forma como sinto. Todo o homem e um animal sentimental que detem um certo grau de sentidos com outrem e seu meio ambiente (plantas, animais domesticos e selvagens, objectos qualquer, livros, ciencia, ate certo ponto com a comida que ingerimos e digerimos). Com isso, esse sentimento pode ser interpretado de varias formas, actuacao, tratamento com quem, para quem e para que. E essa forma que muitos se baseiam na definicao de amor. Viajando para os tempos remotos das cantigas de amor, amigo e mais, essa definicao nao foge da assumpcao acima referida.
Para mim, o amor nao passa de uma viagem, frustracao, relaxamento, amizade, utopia ainda mais ignorancia. A viagem em que nos emprendemos quando amamos a alguem seja qual for familia, amigo e mais. O esforco que estendemos para alcancar a alguem que pretendemos nao de surpresa, mas que passa pela segunda vista, sentimos um impulso de navegar, voar ate trazer uma imagem ficticia a nossa frente. Uma viagem sem destino que nos guia por vezes a abismo sentimental, frustracoes, isto e, uma viagem do amor sem reparar o quao e quem nos amamos. As vezes navegamos nas almas de quem sentimos o gosto de conviver e ver consequentemente caimos na utopia e engano. Almejamos os sentimentos de vista e alegramos os sentimentos da vida para com quem amamos.
Amor na familia, passa pelos passos da amizade tendencias da defesa linhageira considero como uma economia de amor, que por vezes ajuda a relaxar a alma. Entretanto, essa alma cansa de amar a quem da linhagem, cansa conviver na famailia procura amar a familia d'outrem. Dai, que transcedemos algumas definicoes que presumem no amor como defesa da linhagem e economia de amor. Procuramos fazer pactos com outro grupo distinto individualmente para alcancar o objectivo sentimental. Esse objectivo mal entendido na era do pos modernismo vulgarmente o contemporraneo atravessa as metas morais e educacionais, na medida em que o sentido de amor e a sua execucao e ambigua situacionalmente e temporariamente. Uns consideram amor como uma paixao, gosto e mais. Enquanto para outros, os economicistas, consideram amor como algo motor. Para alcancar uma coisa d'outrem seja qual for, mas desde que esteja na mira de contentamento de ambos, nao passa de pactos de amor externamente, interesse economico "Quem tem tera a quem para amar e sera amado". Para esses ultimos amor nao passa de um interesse que transcende os sentimentos, que por vezes ha confusao nesse aspecto parece hipocresia, visto que o amor neste sentido esta em paralelo com outros interesses. Claro, todo relacionamento e interesseiro ate certo ponto, mas ha um relacionamento em que esse jogo de interesse a fins nao cola. Debaixo das duas perpsectivas existe a definicao de amor que se relaciona em actos como sexo, namorar e amizade. O sexo domina esses outros pontos de amor, emprendemos, depositamos fianca e confianca a alguem oposto do nosso sexo, as vezes caimos na senta do sexo. (atencao, nao estou a falar de amor familiar e amigos). O sexo e usado ate para definir "inversalmente o amor"- "quando alguem diz vou fazer amor" a referir fazer sexo com alguem que nao a conhece e que nem ama.
Na minha assumpcao, este e mal empregue porque pode-se fazer o sexo com alguem que nao amamos, mas temporariamente envolvemo-nos. Dai, que a minha assercao desta tematica de amor e continua, precisando mais indagacoes.
Contudo, modernamente o amor mudou o sentido na sua definicao ate influenciando na execucao do termo. Assim como mudou o termo ou conceito Namorar/Namorado que iremos abordar aqui mais logo.


(Atencao, esta informacao e situacional espacalmente e temporariamente seguindo o contexto daquilo em que vivo dia-a-dia em Mocambique. Pode sofrer de criticas mas nao se esqueca de considerar o aspecto contexto).



Mussa Raja

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Onde vou viver

Onde vou viver

O tempo passa sempre nao me avisa
alegria que me toca mas nao me convida
isto e, inferno tudo de bom esta vermelho
sangue esta azul, uva esta preta, que santidade perde
as nuvens estao serradas com tampa amarela sentando encima dela um velho

Malicia que por vezes tornam-se fiticia qusetiono a mi where are we? onde estamos
onde estamos so pode ser no praiso dos pobres e inferno dos ricos
xantagens, ameacas e pula pulas marcam alimento para os soberanos
ricos, pobres partilham o meu copo, copo de cafe e de ...

Questiono onde eu vou se isto e inferno, tudo de bom esta velho
Esta longe do meu cabelo, da minha honra e da liberdade
Papa e mama onde vamos com as camisas rasgadas cheias de nodoas erguida
Ha ha, o hey e a palavra do dia para descansar de sofrimento deonde vivemos
Mulheres envenenadas de melancolias, homens de alegrias, criancas de saudade


Mas eu onde vou parar sem nada, nada de bom, nada de nada
Triste sou..alegre era. Era quando minha reputacao estava na montra das cidades belas e velhas
Velhas de maldade, longe de ser novas na sinceridade..mas que esta ai mesmo sao os esses, ricos
Cidade cimentadas de lixo, habitadas pelos mendigos, ainda pelos malfeitores
Desmascaram a verdade, trocam as pecas de carro com as de bicicleta

Pergunto assim onde eu vou..hi parece que o ceu esta cheio, a terra esta ocupada de santidade
Santidade da vicitude, politica, corrupcao, mentira nao digo..sera aqui tenho espaco para passar
Oh..ajude-me a viver em paz com sem politica, mentira nem corrupcao

O deixa andar amigo de Xiconyoca, deixa deitar lixo na porta de casa
Deixa passar carros sem livrete, ainda grita corrupto, mas quem esta ai?
Where are we, onde estamos nos e onde vou viver

Talvez nos cabarez, cinagogas, mesquitas e igrejas..nao