Passa-me percebido do paradigma “doutor” (dr.) a referir-se de licenciados, é moda aqui no meu país. A necessidade de aliar esse paradigma com o know how é imperioso, porque o saber ser, fazer e estar, só é possível, com a indiferença de quem somos doutores. A indiferença que, não pactua com a “estratigrafia” social criada pela uma nova elite de doutores que me abstenho em saber se são ou não, cuja suas consequências são nefastas para uma sociedade como nossa onde a unidade nacional implica muita coisa.
Ainda neste caminho, estão os que obrigam até suas famílias, amigos e mais a venerarem para eles como ilustres senhores doutores, é triste. Os sábios da idade clássica Ocidental e até Oriental deixaram pontos importantes para distinguirmos dos sábios e charlatãos, porque é deles que consolidamos e confirmamos que o conhecimento cobre o orgulho e torna a pessoa mais humilde, é isso que, a minha mãe me ensina. Entretanto, esses doutores actuais não são equiparados com o conhecimento de nada, porque cada um, pode ser doutor.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
De Chapas 100 à Chapa mania
Os chapas 100 igual a um desastre da integridade individual e colectiva, permito-me generalizar porque é assim, como o sinto carne e pele. A velocidade que os motoristas vulgos chapeiros levam, os insultos do cobrador, amontoações dentro do chapa e a lotação inesgotada parece mercadoria se tratasse, deixa-me triste.
É assim como devemos ser?
O que faz polícia camararia?
Até quando com esse tipo de amarfanhez?
Entendo, uma dica dos oportunistas clássicos, onde há maior procura, a anarquia toma conta e consequente a falta de respeito e a integridade individual e colectiva fica ameaçada. Para o nosso lado moçambicano, tomar chapa conota-se com o não ter carro pessoal ou do seu sector de trabalho para outro mundo os autocarros “autobus” serve para o público independentemente da sua classe social.
É assim como devemos ser?
O que faz polícia camararia?
Até quando com esse tipo de amarfanhez?
Entendo, uma dica dos oportunistas clássicos, onde há maior procura, a anarquia toma conta e consequente a falta de respeito e a integridade individual e colectiva fica ameaçada. Para o nosso lado moçambicano, tomar chapa conota-se com o não ter carro pessoal ou do seu sector de trabalho para outro mundo os autocarros “autobus” serve para o público independentemente da sua classe social.
terça-feira, 1 de julho de 2008
MANDELA MERECE MAIS
Acompanhei através da STV, o megaconcerto realizado na sexta-feira, 27/06/08 na capital inglesa, a cidade de Londres, em homenagem ao antigo presidente da República da África do sul, Nelson Mandela.
Foi um concerto imemorável e de grandes dimensões se tivermos como amonstra a moldura humana que se dirigiu ao local, o pérfil dos artistas que desfilaram naquele palco, o calor e animação que coloriram a festa. Se não me engano, aquele foi ou será o maior espetáculo do mundo, neste ano.
Londres estava em apoteose jamais vista, visto que, preparar e acolher uma festa em homenagem a uma figura como Nelson Mandela é raro. O concerto que parou Londres e o mundo por via audiovisual (TV), foi realizado em comemoração ao 90˚ aniversário natalício de Mandela e em reconhecimento ao trabalho que tem vindo a desenvolver na luta contra o HIV/SIDA através da campanha 4664. O momento mais alto do evento deu-se quando o conceituado artista Will Smith anunciou a entrada ao palco do homem que inspira e continuará inspirando gerações em todo mundo, Nelson Mandela.
Naquele momento viram-se lágrimas de emoção. Mandela veio ao palco acompanhado por sua esposa Graça Machel, pronunciou poucas palavras, mas com grande significado e no fim, disse: “Está nas vossas mãos, eu vos envio”. Esta forma sábia de terminar fez-me peceber que, não obstante a tanta maldade que há debaixo do sol, Mandela acredita num mundo cheio de amor, de união e de fraternidade entre os Homens.
Nelson Mandela nasceu em Transkei na África do sul, em 1918, é um grande defensor dos direitos do Homem, notabilizou-se com a sua forte participação na luta contra o apartheid na RSA. Ficou na prisão durante 27 anos.
Em 1994 foi eleito o primeiro presidente negro da África do sul tendo renunciado o poder após cinco anos de governação, uma atitude rara no contexto africano onde o vírus da obsessão pelo poder assola vários presidentes do continente. Depois da sua libertação, perdoou os seus opressores e criou um ambiente de convívio salutar entre as pessoas sem olhar para o passado e as diferenças raciais. Hoje Mandela é Nobel da Paz e, aos 90 anos de forma incansável desenvolve actividades que visam minimizar o sofrimento daqueles que estão afectados e infectados pelo HIV/SIDA através da campanha 4664.
Meus senhores, os verdadeiros valores de um Homem não se medem pelo número de contas bancárias no estrangeiro, nem pela acumulação fraudulenta de capitais, muito menos roubando ao povo e promovendo o nepotismo, paternalismo, tribalismo, regionalismo, etnocentrismo, individualismo, hipocrisia, chantagens e corrupção para alcançar ganhos materiais e políticos. É triste, mas é assim como se vive em África, Mandela nunca agiu de igual maneira, razão pela qual hoje, o mundo pára com objectivo de o homenagear.
Em contrapartida, acredito que comemorações do género nunca serão organizadas para venerar a pessoa de Robert Mugabe, presidente do Zimbabwe a não ser que novos acontecimentos se façam sentir e mudem o rumo das coisas.
Como Mahatma Ghandi, madre Teresa de Calcutá, Malcon X, Ernesto Che Guevara, Martin Luther King, entre muitos outros que lutaram pelas mais nobres causas humanas, a História sempre lhes guardará um rodapé, bem como estes; o nome de Nelson Mandela será imortal nas nossas memórias porque a sua obra atingiu dimensões que nem o passar dos séculos apagará.
Felizmente, a história é justa, apagará e nunca reconhecerá aqueles que enriquecem delapidando o erário público, que perdem noites para desgraçar os desgraçados, aumentando a dor das almas que sofrem e perpetuando falsas promessas eleitorais por causa dos seus interesses individuais.
Diante disto tudo, há que dizer bem-haja Nelson Mandela que o teu exemplo nos inspire e prossiga de geração em geração até ao fim dos tempos, tu transformaste lágrimas de sangue em chuva que traz novas esperanças para um novo começo.
E quanto a mim só me resta perguntar-te: Como seguir os teus passos MADIBA?
Por: Felix da Esperaça fdaesperanca@hotmail.com
Foi um concerto imemorável e de grandes dimensões se tivermos como amonstra a moldura humana que se dirigiu ao local, o pérfil dos artistas que desfilaram naquele palco, o calor e animação que coloriram a festa. Se não me engano, aquele foi ou será o maior espetáculo do mundo, neste ano.
Londres estava em apoteose jamais vista, visto que, preparar e acolher uma festa em homenagem a uma figura como Nelson Mandela é raro. O concerto que parou Londres e o mundo por via audiovisual (TV), foi realizado em comemoração ao 90˚ aniversário natalício de Mandela e em reconhecimento ao trabalho que tem vindo a desenvolver na luta contra o HIV/SIDA através da campanha 4664. O momento mais alto do evento deu-se quando o conceituado artista Will Smith anunciou a entrada ao palco do homem que inspira e continuará inspirando gerações em todo mundo, Nelson Mandela.
Naquele momento viram-se lágrimas de emoção. Mandela veio ao palco acompanhado por sua esposa Graça Machel, pronunciou poucas palavras, mas com grande significado e no fim, disse: “Está nas vossas mãos, eu vos envio”. Esta forma sábia de terminar fez-me peceber que, não obstante a tanta maldade que há debaixo do sol, Mandela acredita num mundo cheio de amor, de união e de fraternidade entre os Homens.
Nelson Mandela nasceu em Transkei na África do sul, em 1918, é um grande defensor dos direitos do Homem, notabilizou-se com a sua forte participação na luta contra o apartheid na RSA. Ficou na prisão durante 27 anos.
Em 1994 foi eleito o primeiro presidente negro da África do sul tendo renunciado o poder após cinco anos de governação, uma atitude rara no contexto africano onde o vírus da obsessão pelo poder assola vários presidentes do continente. Depois da sua libertação, perdoou os seus opressores e criou um ambiente de convívio salutar entre as pessoas sem olhar para o passado e as diferenças raciais. Hoje Mandela é Nobel da Paz e, aos 90 anos de forma incansável desenvolve actividades que visam minimizar o sofrimento daqueles que estão afectados e infectados pelo HIV/SIDA através da campanha 4664.
Meus senhores, os verdadeiros valores de um Homem não se medem pelo número de contas bancárias no estrangeiro, nem pela acumulação fraudulenta de capitais, muito menos roubando ao povo e promovendo o nepotismo, paternalismo, tribalismo, regionalismo, etnocentrismo, individualismo, hipocrisia, chantagens e corrupção para alcançar ganhos materiais e políticos. É triste, mas é assim como se vive em África, Mandela nunca agiu de igual maneira, razão pela qual hoje, o mundo pára com objectivo de o homenagear.
Em contrapartida, acredito que comemorações do género nunca serão organizadas para venerar a pessoa de Robert Mugabe, presidente do Zimbabwe a não ser que novos acontecimentos se façam sentir e mudem o rumo das coisas.
Como Mahatma Ghandi, madre Teresa de Calcutá, Malcon X, Ernesto Che Guevara, Martin Luther King, entre muitos outros que lutaram pelas mais nobres causas humanas, a História sempre lhes guardará um rodapé, bem como estes; o nome de Nelson Mandela será imortal nas nossas memórias porque a sua obra atingiu dimensões que nem o passar dos séculos apagará.
Felizmente, a história é justa, apagará e nunca reconhecerá aqueles que enriquecem delapidando o erário público, que perdem noites para desgraçar os desgraçados, aumentando a dor das almas que sofrem e perpetuando falsas promessas eleitorais por causa dos seus interesses individuais.
Diante disto tudo, há que dizer bem-haja Nelson Mandela que o teu exemplo nos inspire e prossiga de geração em geração até ao fim dos tempos, tu transformaste lágrimas de sangue em chuva que traz novas esperanças para um novo começo.
E quanto a mim só me resta perguntar-te: Como seguir os teus passos MADIBA?
Por: Felix da Esperaça fdaesperanca@hotmail.com
Milagre da blogosfera
Vou fazer uma pequena abordagem sobre os blogs, essa ferramenta tecnológica muito importante para as nossas reflexões. Desde já permitam-me perguntar-vos o seguinte: o que, como seriam as nossas experiências, impressões, opiniões e correspondências sem a blogosfera? Por mim confesso que não faria muito sentido.
O blog provém da expressão weblog que foi cunhada em Dezembro de 1997 pelo norte americano Jorn Barger, surge da junção das palavras inglesas Web (rede) e log ( diário ou livro de bordo) o que identifica claramente a sua intenção inicial de ser um mero diário, um repositório de comentários, experiêcias intímas e de algumas ligações pessoais feitos a partir de assuntos de interesse do próprio autor/editor e disponibilizados em páginas da internet de forma cronológica e datados.
No mundo jornalístico existem dois tipos de jornalismo que são o hegemónico e o alternativo. O hegemónico é aquele que costuma chamar-se também por grande imprensa, muitas vezes veicula aquilo que são os interesses de grandes partidos políticos, sistemas ideológicos, está vinculada a indústria cultural.
O jornalismo alternativo é aquele que aborda questões ignoradas e negligenciadas pela grande midia, são instituições fora do escopo do jornalismo hegemónico. Os colegas podem pensar, porque que este jovem está falar de jornalismo? A razao é simples, é que nos últimos anos a blogosfera está associada ao jornalismo e entre os tipos supracitados está mais ligada ao último, neste caso o alternativo.
Nos blogs postamos as nossas opiniões sem receio de sofrer alguma censura, os nossos pontos de vista não passam por rascunhos desnecessários e infindáveis, não há aquela atitude do tipo tens que rectificar isto porque não vai agradar ao chefe x e/ou o patrão y, nos blogs é só opinar e cabe aos leitores ver as partes por acertar.
Aqui os internautas escrevem, exprimem aquilo que lhes vai na alma com liberdadade de expressão, mas sem deixar de lado a ideia de que a nossa liberdade termina onde começa dos outros. Na blogosfera não há espaço para sentinelas burocratas, publica-se sem olhar as cores partidárias, credos religiosos, questões raciais, tribais e étnicas porque aqui os valores de um Homem não se medem com base nessas coisitas todas.
Um dos grandes valores dos blogs é a facilidade com que estes permitem desenvolver um debate com pluralidade de ideias e um homem cresce intelectualmente quando está mergulhado num ambiente plural em pensamentos. Colegas, quantos de nôs não queremos ver a nossa opinião a circular na grande imprensa, mas por causa de meras questões editoriais, de amizade, de simpatia, até de apelidos vemos as nossas intenções insatisfeitas, ainda bem que as tecnologias não permitem tanta mesquinhez.
Devido a sua vulnerabilidade em relação a questões como estas que acabei de citar, o meu país precisa de mais blogs. Em 1848 Marx e Engels disseram: Proletários de todos países, uni-vos! Hoje 160 anos depois, por um debate pluridimensional e inspirado no mesmo ideal digo:” Bloguistas” de todo mundo uni-vos!
Por: Filipe da Esperança
O blog provém da expressão weblog que foi cunhada em Dezembro de 1997 pelo norte americano Jorn Barger, surge da junção das palavras inglesas Web (rede) e log ( diário ou livro de bordo) o que identifica claramente a sua intenção inicial de ser um mero diário, um repositório de comentários, experiêcias intímas e de algumas ligações pessoais feitos a partir de assuntos de interesse do próprio autor/editor e disponibilizados em páginas da internet de forma cronológica e datados.
No mundo jornalístico existem dois tipos de jornalismo que são o hegemónico e o alternativo. O hegemónico é aquele que costuma chamar-se também por grande imprensa, muitas vezes veicula aquilo que são os interesses de grandes partidos políticos, sistemas ideológicos, está vinculada a indústria cultural.
O jornalismo alternativo é aquele que aborda questões ignoradas e negligenciadas pela grande midia, são instituições fora do escopo do jornalismo hegemónico. Os colegas podem pensar, porque que este jovem está falar de jornalismo? A razao é simples, é que nos últimos anos a blogosfera está associada ao jornalismo e entre os tipos supracitados está mais ligada ao último, neste caso o alternativo.
Nos blogs postamos as nossas opiniões sem receio de sofrer alguma censura, os nossos pontos de vista não passam por rascunhos desnecessários e infindáveis, não há aquela atitude do tipo tens que rectificar isto porque não vai agradar ao chefe x e/ou o patrão y, nos blogs é só opinar e cabe aos leitores ver as partes por acertar.
Aqui os internautas escrevem, exprimem aquilo que lhes vai na alma com liberdadade de expressão, mas sem deixar de lado a ideia de que a nossa liberdade termina onde começa dos outros. Na blogosfera não há espaço para sentinelas burocratas, publica-se sem olhar as cores partidárias, credos religiosos, questões raciais, tribais e étnicas porque aqui os valores de um Homem não se medem com base nessas coisitas todas.
Um dos grandes valores dos blogs é a facilidade com que estes permitem desenvolver um debate com pluralidade de ideias e um homem cresce intelectualmente quando está mergulhado num ambiente plural em pensamentos. Colegas, quantos de nôs não queremos ver a nossa opinião a circular na grande imprensa, mas por causa de meras questões editoriais, de amizade, de simpatia, até de apelidos vemos as nossas intenções insatisfeitas, ainda bem que as tecnologias não permitem tanta mesquinhez.
Devido a sua vulnerabilidade em relação a questões como estas que acabei de citar, o meu país precisa de mais blogs. Em 1848 Marx e Engels disseram: Proletários de todos países, uni-vos! Hoje 160 anos depois, por um debate pluridimensional e inspirado no mesmo ideal digo:” Bloguistas” de todo mundo uni-vos!
Por: Filipe da Esperança
Voltei a blogosfera
Voltei, voltei para a vida normal, acho eu, uma vida de informação, a blogosfera. É aqui, onde trouxemos o mundo para a nossa palma da mão, o longe torna-se perto, o perto torna-se fácil.
No meu sumisso, pairaram vários temas, como a Xenofobia, Pedofilia “Os turcos”, mugabismo que está a dar até de momento, pairou o ciclo vicioso e de imitação “importa-me” e notificou-se a questão da legalização da prostituição, ou seja, o reconhecimento da prostituição e prostituta.
Deu para ver que, fiquei de fora por muito tempo, mas nunca esqueci de regressar para este santuário de cruzamentos de ideias, asserções, animações, especulações e mais. Regresso, regresso porque devo, não porque tenho direito, nem porque fui forçado, mas porque comprometer-se com a blogosfera é comprometer-se no conhecimento de muita coisa. Permito-me, dizer que, voltei e não promteto dizer que nunca hei-de sumir.
No meu sumisso, pairaram vários temas, como a Xenofobia, Pedofilia “Os turcos”, mugabismo que está a dar até de momento, pairou o ciclo vicioso e de imitação “importa-me” e notificou-se a questão da legalização da prostituição, ou seja, o reconhecimento da prostituição e prostituta.
Deu para ver que, fiquei de fora por muito tempo, mas nunca esqueci de regressar para este santuário de cruzamentos de ideias, asserções, animações, especulações e mais. Regresso, regresso porque devo, não porque tenho direito, nem porque fui forçado, mas porque comprometer-se com a blogosfera é comprometer-se no conhecimento de muita coisa. Permito-me, dizer que, voltei e não promteto dizer que nunca hei-de sumir.
sábado, 3 de maio de 2008
O meu Moçambique
Aqui temos tudo. O tudo de quanto e quando temos. Acabei de ver que somos aqueles que eramos. Quando eramos o que somos agora, cheio de pessoas, façanhas, anomalias, recursos naturais, boa paisagem para tudo, passeios lindos e convidativos para tudo.
Aqui também temos as praias que ligam o índico sagrado, o oceano onde outrora servido de corredor da escravatura para outro lado do atlântico. O cruzamento das culturas fizeram-se sentir na mira da moçambicanidade. Lá para o Norte os macuas, macondes, os mwanis, os ayaos, o nyandjas e um pouco dos ngunis no Niassa, passeam o seu mixe na africanidade.
(Acabou)
Aqui também temos as praias que ligam o índico sagrado, o oceano onde outrora servido de corredor da escravatura para outro lado do atlântico. O cruzamento das culturas fizeram-se sentir na mira da moçambicanidade. Lá para o Norte os macuas, macondes, os mwanis, os ayaos, o nyandjas e um pouco dos ngunis no Niassa, passeam o seu mixe na africanidade.
(Acabou)
terça-feira, 29 de abril de 2008
As minhas identidades II (prossegue)
As minhas identidades, também prefiro ver as minhas fronteiras, os meus limites com o outro, onde facilmente me identifico, onde os outros percebem-me com a minha identidade. A minha identidade confunde-se com as várias identidades, as somas de identidades.
Henri Lopes, menciona a identidade internacional, equiparada com a minha onde a minha, vai mais além do internacional, procura identificar-se em espaços for a do planeta terra, porque vivo num espaço. A identidade internacional encontra-se na forma como eu, no entanto que eu, onde me enrolo na querela internacional. Na identidade internacional identifico-me como africano, como alguém visto no geral de uma identidade daquele povo do Cabo ao Cairo, do índico ao atlântico onde a dimensão e a diversidade, como traços da minha identidade
A identidade internacional, ajuda-me a perceber a unidade na diversidade, ajuda-me a comungar os interesses de diferentes modos de produção, ajuda-me a entender a globalização. É com essa que me situo, tomo os meus bens da identidades no espaço e tempo. Tempo, quando viajo, pulo de um continente, tomo as diferentes identidades, misturo-me com os outros no entanto que os outros. É com os outros onde fico confuse nas minhas identidades. Depois da minha graduação e casamento aumento as minhas identidades e quando compro nova roupa ainda aumento novas identidades. Confundo-me de somas de identidades.
Ví, mesmo o quão difícil definir a identidade, concretamente, as múltiplas identidades que um qualquer pode ter, variando de espaço para espaço, tempo em tempo. Quando Samir Amin, aborda as identidades, aumenta o meu cunho de curiosidade e confusão, quando eu vejo a música Africana, e moçambicana em particular, fico com orgulho das minhas identidades. Entretanto, quando escuto a música portuguesa e brasileira identifico-me como português e brasileiro.
Daí, que a identidade confunde-se no tempo e espaço. As fronteiras e as legislações não são coesas para definir a identidade no entanto que tal, porque cada um identifica-se onde e quando.
Henri Lopes, menciona a identidade internacional, equiparada com a minha onde a minha, vai mais além do internacional, procura identificar-se em espaços for a do planeta terra, porque vivo num espaço. A identidade internacional encontra-se na forma como eu, no entanto que eu, onde me enrolo na querela internacional. Na identidade internacional identifico-me como africano, como alguém visto no geral de uma identidade daquele povo do Cabo ao Cairo, do índico ao atlântico onde a dimensão e a diversidade, como traços da minha identidade
A identidade internacional, ajuda-me a perceber a unidade na diversidade, ajuda-me a comungar os interesses de diferentes modos de produção, ajuda-me a entender a globalização. É com essa que me situo, tomo os meus bens da identidades no espaço e tempo. Tempo, quando viajo, pulo de um continente, tomo as diferentes identidades, misturo-me com os outros no entanto que os outros. É com os outros onde fico confuse nas minhas identidades. Depois da minha graduação e casamento aumento as minhas identidades e quando compro nova roupa ainda aumento novas identidades. Confundo-me de somas de identidades.
Ví, mesmo o quão difícil definir a identidade, concretamente, as múltiplas identidades que um qualquer pode ter, variando de espaço para espaço, tempo em tempo. Quando Samir Amin, aborda as identidades, aumenta o meu cunho de curiosidade e confusão, quando eu vejo a música Africana, e moçambicana em particular, fico com orgulho das minhas identidades. Entretanto, quando escuto a música portuguesa e brasileira identifico-me como português e brasileiro.
Daí, que a identidade confunde-se no tempo e espaço. As fronteiras e as legislações não são coesas para definir a identidade no entanto que tal, porque cada um identifica-se onde e quando.
As coisas que me importam
Moda não,se calhar a mediana onde se fundamenta o que me importa. Muita coisa me importa, mas urge-me em postar aqui e ali, o que realmente me importa.
Importa-me viver bem
Importa-me ter bons (as) companheiros (as) da vida.
Importa-me de não deixar a minha mãe triste
Importa-me de estudar e ter bom nível académico-científico
Importa-me de ler e escrever o que me apetece e o que sinto
Importa-me de viver em paz com quem amo e gosto
Importa-me de visitar blogs de qualquer que seja e esteja a postar sobre a decência e de forma decente
Importa-me ter respeito com os outros dentro do meu país Moçambique e for deste
Importa-me viver bem
Importa-me ter bons (as) companheiros (as) da vida.
Importa-me de não deixar a minha mãe triste
Importa-me de estudar e ter bom nível académico-científico
Importa-me de ler e escrever o que me apetece e o que sinto
Importa-me de viver em paz com quem amo e gosto
Importa-me de visitar blogs de qualquer que seja e esteja a postar sobre a decência e de forma decente
Importa-me ter respeito com os outros dentro do meu país Moçambique e for deste
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Saudaçoes a todos
Desapareci porque quero tomar novas posiçoes sociais e espaciais. Estar aqui, requer viagens pelo mundo das coisas. Agora regressei a minha terra, Moçambique. A patria amada. Aqui na perola do indico. Onde vou postar e relaxar com o ar puro da costa do indico. A comer amendoim, a passear, a viver com traços da minha identidade. Hoje, estou em Moçambique. Canada fica para depois, mas nao esqueco desse povo, amigos e ademais conhecidos. Lembrei/me da Lili que dizia your “small beaut” lembrei/me de Ranchland. Paro por aqui.
Agradço a todos que visitaram no tempo da minha ausencia. Voltei agora para tentar enquadrar me no mundo dos vivos.
Agradço a todos que visitaram no tempo da minha ausencia. Voltei agora para tentar enquadrar me no mundo dos vivos.
sábado, 5 de abril de 2008
Minhas identidades I
Lembrei-me que é asnera falar da identidade no mundo cheio de identidários. Lembrei-me que é difícil falar deste conceito, definido em ciências sociais e humanas, com base no objecto que se pretende focar. Então, eu transcendo, esse medo que anestesia aos identidários em definir suas identidades. Defino minhas identidades com base nestas ciências, minha razão e empirísmo.
As minhas identidades são essas que me definem agora e no passado, agora no espaço, agora na posição de um que está a escrever no blog, para publicar. Depois disso, os leitores vão se mergulhando em ler, palavra por palavra, alguns podem indagar e identificar a minha identidade, a partir dos meus escritos.
Mas, o título sugere-nos uma viagem de trazer claramente quais são as minhas identidades. Não vou ser paragmático, nem sintético, vou tentar ser aquilo que sou, definindo a minha identidade, a partir de confusão. A confusão é minha e sou eu, que a provoquei assim, sou eu como sou. A confusão surge quando lí, a revista científica Quaterly Magazine, n. 27, com o título, African Geopolitics: Identity and African Identities. Tem lá, artigos muito interessantes, que me ajudaram a concluir as minhas identidades. Entretanto, as minhas lágrimas secaram quando lí as páginas 23-29 da autoria do Henri Lopes com My Three Identities, ele procura descrever as três suas identidades. Na comparação com as minhas parecem semelhantes, mas eu tenho muitas. Henri Lopes, começa a primeira identidade que, a minha relaciona-se com a dele, sobre a ligação com os ancestrais, da terra dele. Então, constitui a minha primeira identidade, lá no Parapato, no António Enes, no Angoche, na família Chocoroua dos Kabailas, onde reside a primeira identidade que ganhei, que identifica a mim, meus irmãos, meus ademais familiares.
É aqui, onde mesmo estando lá no Alaska,Canadá, Austrália e etc, a minha primeira identidade reside em mim, e tem marcas em mim, identifico-me primeiro em ser identidário dos Cotís, mesmo sem bilhete de identidade, definimo-me assim. É dessa primeira identidade, que conheci Moçambique, como minha segunda identidade, que me define com certos aparatos históricos, culturais e linguísticos e, até legais. Por mover-se para Universidade, ganhei outra identidade, aliás, aumentei o número de identidades, é uma identidade, que define a minha convivência no social, alicerçada pela minha construção ao longo do tempo, que fui ensinada a aprtir da minha primeira identidade.
Prossegue para minhas identidades II
As minhas identidades são essas que me definem agora e no passado, agora no espaço, agora na posição de um que está a escrever no blog, para publicar. Depois disso, os leitores vão se mergulhando em ler, palavra por palavra, alguns podem indagar e identificar a minha identidade, a partir dos meus escritos.
Mas, o título sugere-nos uma viagem de trazer claramente quais são as minhas identidades. Não vou ser paragmático, nem sintético, vou tentar ser aquilo que sou, definindo a minha identidade, a partir de confusão. A confusão é minha e sou eu, que a provoquei assim, sou eu como sou. A confusão surge quando lí, a revista científica Quaterly Magazine, n. 27, com o título, African Geopolitics: Identity and African Identities. Tem lá, artigos muito interessantes, que me ajudaram a concluir as minhas identidades. Entretanto, as minhas lágrimas secaram quando lí as páginas 23-29 da autoria do Henri Lopes com My Three Identities, ele procura descrever as três suas identidades. Na comparação com as minhas parecem semelhantes, mas eu tenho muitas. Henri Lopes, começa a primeira identidade que, a minha relaciona-se com a dele, sobre a ligação com os ancestrais, da terra dele. Então, constitui a minha primeira identidade, lá no Parapato, no António Enes, no Angoche, na família Chocoroua dos Kabailas, onde reside a primeira identidade que ganhei, que identifica a mim, meus irmãos, meus ademais familiares.
É aqui, onde mesmo estando lá no Alaska,Canadá, Austrália e etc, a minha primeira identidade reside em mim, e tem marcas em mim, identifico-me primeiro em ser identidário dos Cotís, mesmo sem bilhete de identidade, definimo-me assim. É dessa primeira identidade, que conheci Moçambique, como minha segunda identidade, que me define com certos aparatos históricos, culturais e linguísticos e, até legais. Por mover-se para Universidade, ganhei outra identidade, aliás, aumentei o número de identidades, é uma identidade, que define a minha convivência no social, alicerçada pela minha construção ao longo do tempo, que fui ensinada a aprtir da minha primeira identidade.
Prossegue para minhas identidades II
sexta-feira, 4 de abril de 2008
7 de Abril dia da Mulher Moçambicana

Lute e continue a lutar oh Mulher moçambicana,
Mas não leve e nunca mesmo levar arma,
Usa os seus direitos para ganhar a partilha,
Use os seus direitos como tua arma,
Use o conhecimento como tua arma,
Use seus direitos e conhecimento para equidade de Género,
Continue com muitos papeis, mas não como rascunho,
Mas como papeis que servem como marca sua, como moçambicana,
Contribua no desenvo0lvimento do país, Moçambique, a pérola do Índico,
Essa rosas, não quer dizer que chega para ti, tú precisas mais que isso.
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7 de Abril dia da Mulher Moçambicana
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Homem grávido
Thomas Beatie, casado com Nancy há mais de dez anos. Beatie, um transexual masculino, residente no Oregon, Estados Unidos da América, espera ter um bebê, tem uma gravidez de 5 meses.
Veja a história, Beatie, “submeteu-se a uma alteração para eliminar os peitos femininos e a um tratamento de testosterona no seu processo de mudança de sexo mas conservou os seus órgãos reprodutores.” “Largou a terapia de hormônios para engravidar por causa da esposa que não pode ter filhos” Leia aqui e aqui
Veja a história, Beatie, “submeteu-se a uma alteração para eliminar os peitos femininos e a um tratamento de testosterona no seu processo de mudança de sexo mas conservou os seus órgãos reprodutores.” “Largou a terapia de hormônios para engravidar por causa da esposa que não pode ter filhos” Leia aqui e aqui
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Minha rotina do dia 2 de Abril de 2008
Hoje acordei muito feliz não sei porquê. Aumentei a minha felicidade quando naveguei para o blog da Ximbitane e pulei para o Reflectindo sobre Moçambique onde ganhei mais energia, mas a energia pode ser complementada com a crítica e críticas dos críticos, daquí lancei o mouse para Ideias Críticas , depois fui tomar o meu café da manhã no Diário de um Sociólogo, é aqui onde ví o post sobre Doutorizão Abdulah que “faz meninas parecerem bonitas e ser gostado por todos homens”; faz passar de classe estudantes que não estudam ou seja que nao sabem nada” e ajuda fazer tese do mestrado (MBA) em um mês” . Hum Hum Hum!!!! Aqui há problemas senhor Abdulah. Se resolver o problema do desenvolvimento económico no nosso país, pode me convencer. A final aquelas miúdas que pululam alí e acolá por Xipamanine, Mafalala e Coconut, “o” Abdulah transformou-as em bonitas!!!!
Depois do café e Abdulahísmo, cansei-me. Mas ganhei a coragem, quando naveguei para o ma-shamba do jpt onde consolidei e aprendí a respeitar as formas de manifestações culturais dos outros assim como minhas e, recordei-me do meu hino que aprendí do Carlos Serra “as diferentes formas de racionalidades” onde Abdulah ganha espaço, aqui fiquei calado e puramente santinho no meu canto.
Na espectativa de continuar com a minha rotina na felicidade, no Tropical Archaeology Laboratory fintei ao meu supervisor Julio Mercader abri a minha caixa de email do Yahoo, encontrei uma mensagem que a minha colega mandou de lá nas terras de Lourenço Marques, Maputo. A mensagem estava anexada o vídeo do Zico, leia aqui , aqui, aqui, aqui,aqui e aqui. Este vídeo afundou a minha felicidade do dia 2 de Abril, fiquei em choque com o vídeo, se eu fumasse o Laboratório estaria cheio de fumo. Fechei o email do Yahoo e abri o do Gmail a fim de desabafar ao Reflectindo sobre Moçambique e comentei no Ximbitane.
Assim, a minha rotina do dia 2 de Abril de 2007 foi essa.
Depois do café e Abdulahísmo, cansei-me. Mas ganhei a coragem, quando naveguei para o ma-shamba do jpt onde consolidei e aprendí a respeitar as formas de manifestações culturais dos outros assim como minhas e, recordei-me do meu hino que aprendí do Carlos Serra “as diferentes formas de racionalidades” onde Abdulah ganha espaço, aqui fiquei calado e puramente santinho no meu canto.
Na espectativa de continuar com a minha rotina na felicidade, no Tropical Archaeology Laboratory fintei ao meu supervisor Julio Mercader abri a minha caixa de email do Yahoo, encontrei uma mensagem que a minha colega mandou de lá nas terras de Lourenço Marques, Maputo. A mensagem estava anexada o vídeo do Zico, leia aqui , aqui, aqui, aqui,aqui e aqui. Este vídeo afundou a minha felicidade do dia 2 de Abril, fiquei em choque com o vídeo, se eu fumasse o Laboratório estaria cheio de fumo. Fechei o email do Yahoo e abri o do Gmail a fim de desabafar ao Reflectindo sobre Moçambique e comentei no Ximbitane.
Assim, a minha rotina do dia 2 de Abril de 2007 foi essa.
segunda-feira, 31 de março de 2008
NURIN JAZLIN

No combate a pedofilia vamos todos dizer pare a pedofilia e a violacao de direitos humanos
Veja a paisagem amarga da NURIN JAZLIN
MURDERED. 9 YEARS OLD. WHY? ARE WE HUMAN?
Please!
TO AVOID SUCH A TRAGEDY HAPPENING AGAIN, AND FOR THE SALVATION OF OUR CHILDREN, WE ARE DOING A WORLDWIDE CAMPAIGN, DISPLAYING THE IMAGE OF NURIN JAZLIN JAZIMIN IN BLOGS ALL OVER THE WORLD ON 25TH APRIL 2008. LET'S NOT FORGET NURIN JAZLIN.
Um homem e uma causa

A luta contra a pedofilia, e violação de direitos humanos é de todos nós. Entretanto, nessa luta há homens que merecem a coroa e heroismo pelo esforço que empreendem neste caminho. Neste caso está David Santos com o seu blog Só Verdade, então Clique aqui
sábado, 29 de março de 2008
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